Cresce a procura por algum tipo de seguro no Brasil e o mercado se anima para ofertar planos acessíveis

O Mercado de Seguro fechou o ano passado com alta de 11% e 12,5%, segundo estimativa da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde, Suplementar e Capitalização (CNseg). O fechamento teve um animo maior na expectativa do mercado, mesmo com o inicio da pandemia da Covid-19, mesmo no início.

Segundo a confederação, para este ano, mesmo com todos os problemas mundiais sobre a Covid-19, o mercado deve fechar em alta, até porque, desde o os primeiros infectados no país, o mercado já começou a ter um animo.

Segundo o presidente da SNseg, Marcio Coriolano, o mercado neste ano fechada com acréscimos de 2 dígitos acima do ano anterior já que, por necessidade, os juros baixaram e a oferta aumentou.

Esse crescimento de dois dígitos, deixa o mercado mais animado ainda porque, no mesmo período do ano passado, o mercado estava estagnado, mas em agosto do mesmo ano, teve um aceleramento que fez com que o setor fechasse o ano positivo.

Isso pode te ajudar:

 

Isso se da a alta procura por convênios e por seguros em meio as incertezas da proliferação do novo Coronavírus, com isso, tanto o mercado de seguro auto, quando de seguro de vida, plano de saúde e previdência privada cresceram.

Já a previdência privada, já tinha apresentado um crescimento bom desde que os parlamentares aprovaram as novas regras da previdência. Com isso, também aumentaram o número de empresas que ofertam previdência privada.

Você está em busca de uma seguradora? O legal é estudar bastante porque com o aumento da oferta os valores também estão bastante diferenciados. Recomendamos procurar algum tipo de convenio através de uma corretora com mais de dez anos de mercado.

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Mudanças na portabilidade dos planos de saúde causam dúvidas?

Entenda como fazer a portabilidade do plano de saúde, considerando as mudanças que entram em vigor em junho de 2019.

Como funciona

A portabilidade do plano de saúde permite que você mude de plano de saúde sem precisar cumprir uma nova carência, um direito importante para o consumidor. Isso quer dizer que no novo plano, você terá acesso imediato a cobertura contratada, tanto se a mudança for na mesma operadora, como em outra. Contudo, existem algumas poucas exigências da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para que o usuário faça a portabilidade do plano de origem (o atual) para o plano destino (novo plano).

Quais são as novas regras de portabilidade

Atualmente só é permitido fazer portabilidade dos beneficiários de planos individuais/familiares e coletivos por adesão. Porém, a partir de junho de 2019, a mesma regra começa a valer para os beneficiários de planos coletivos empresariais. Assim, o cliente de um plano coletivo empresarial (planos que as empresas contratam para seus funcionários) poderá migrar para um plano individual sem cumprir carência, e vice-versa, desde que tenha a mesma faixa de preço e respeite o prazo mínimo de permanência. Vale lembrar que o consumidor deve cumprir carência apenas para as coberturas não contratadas no plano de origem em casos de upgrade. A regra vale inclusive para demitidos ou aposentados, desde que respeitados os períodos mínimos de permanência.

O que é preciso para fazer a portabilidade

Em primeiro lugar, é preciso que o seu contrato no plano tenha sido firmado depois do dia primeiro de janeiro de 1999 e você já tenha cumprido o prazo de carência do seu plano vigente. Quem faz a portabilidade de plano de saúde pela primeira vez, precisa que o plano já tenha no mínimo dois anos. Nas próximas vezes em que a mudança for feita, basta ficar com o plano pelo prazo de um ano. Agora se o seu plano atual se enquadrar em regime de Cobertura Parcial Temporária (CPT), é necessário que você tenha ficado no plano ao menos por três anos ao invés de dois.

Como fica a partir de junho

Até então, a portabilidade deve ser solicitada até 120 dias após o aniversário do contrato. Passado este prazo, o usuário precisava esperar até o ano seguinte. Com as novas regras instituídas pela ANS a partir de junho deste ano, o beneficiário não terá mais o limite de 4 meses após o aniversário o para mudar de plano, podendo fazer isso a qualquer momento, mas os prazos continuam os mesmos – dois anos de permanência no plano de origem para solicitar a primeira portabilidade e mínimo de um ano para a realização de novas portabilidades.

Como solicitar a portabilidade

Caso você cumpra todos os requisitos citados, primeiramente deve-se escolher um plano compatível com o seu, entrar em contato com a operadora e solicitar uma proposta. Peça ao seu plano de saúde uma carta de permanência para que comprovem que você contratou o plano atual há pelo menos dois anos. Junte também, os últimos três boletos, para comprovar que vem quitando o valor do seu plano em dia. Caso o plano em que você deseja mudar for um plano de saúde por adesão, ainda será necessário mostrar um comprovante de vínculo com a operadora contratante.

Após a assinatura da proposta, a instituição tem 20 dias para emitir um parecer sobre a aprovação da portabilidade. Se não receber resposta, significa que a proposta foi aprovada. Para finalizar, não deixe seu atual plano de saúde antes da devolutiva da operadora, isto evitará que você fique sem cobertura no caso de recusa da portabilidade.

O que fazer após a aceitação

Com a sua portabilidade aceita, você deve entrar em contato a operadora para solicitar sua carteirinha e demais documentos do novo plano. Ele entrará em vigor 10 dias depois de aceita a proposta. Enquanto o novo plano não estiver vigente, o segurado ainda estará coberto com o plano antigo. Após a aprovação, você deve contatar a sua operadora antiga para informar que ocorreu a portabilidade de plano de saúde. O plano de origem deve ser finalizado no dia em que o novo começar a valer. Isso ajuda o usuário se esquivar de problemas futuros e cobranças inapropriadas.

Quais são as coberturas básicas do Seguro Viagem?

O seguro viagem existe para evitar dor de cabeça enquanto você estiver viajando, seja de férias ou trabalho. Ele garante a indenização, reembolso ou prestação de serviços caso você precise usar algumas das coberturas contratadas. Com por exemplo, usar a cobertura de despesas médicas devido a uma fratura depois de tropeçar em uma escada.

Quando se contrata o seguro para viagem, você tem disponível as coberturas básicas, que são as mínimas necessárias para que o seguro seja comercializado. Qualquer seguro viagem ofertado devem conter pelo menos uma das coberturas listadas abaixo.

  • Despesas médicas, hospitalares e/ou odontológicas em viagem nacional (DMHO viagem nacional) – Esta cobertura garante indenização das despesas médicas, hospitalares ou odontológicas devido acidente pessoal ou doença súbita. Como ela é destinada para viagens nacionais, você pode utilizar assim que sair da sua cidade.
  • Despesas médicas, hospitalares e/ou odontológicas em viagem ao exterior (DMHO viagem internacional) – Ela garante os mesmos itens da cobertura anterior:  indenização das despesas médicas, hospitalares ou odontológicas devido acidente pessoal ou doença súbita. A diferença é que, por ser voltada para viagens internacionais, ela começa a valer assim que você sair do seu país de origem.
  • Traslado médico – Garante indenização das despesas de remoção ou transferência até a clínica ou hospital mais próximo, por motivo de acidente pessoal ou enfermidade coberta. Ou seja, se ocorrer algum acidente que você precise de locomoção até um hospital, esta cobertura irá cobrir as despesas.
  • Regresso sanitário – Garante indenização das despesas do translado de volta ao local de origem, caso o mesmo não possa voltar como passageiro regular. Ou seja, caso você sofra um acidente e precise ficar conectado a aparelhos médicos, o seguro irá cobrir os gastos com essa volta para casa.
  • Traslado de corpo – Em caso de morte, garante indenização das despesas com a liberação e transporte do corpo do segurado do local da ocorrência até o local de sepultamento.
  • Invalidez permanente total ou parcial por acidente em viagem – Pagamento de indenização em caso de perda ou redução funcional definitiva, total ou parcial de determinados membros ou órgãos. Estão cobertos os acidentes pessoais ocorridos durante a viagem.
  • Morte em viagem – Garante aos beneficiários da apólice o valor contratado em caso de morte do segurado durante a viagem por motivos naturais ou acidentais.
  • Morte acidental em viagem – Garante aos beneficiários da apólice o valor contratado em caso de morte do segurado por acidente pessoal durante a viagem.

A SUSEP determina que o seguro viagem tenha pelo menos uma dessas coberturas, porém há algumas regras a serem seguidas:

  • As coberturas obrigatórias para viagens internacionais são: DMHO em viagem internacional, translado de corpo, regresso sanitário e traslado médico.
  • A cobertura de translado de corpo não pode ser contratada de forma isolada. Ou seja, você precisa contratar outras coberturas.
  • As coberturas de despesas médicas durante viagem ao exterior devem cobrir situações durante a viagem ocorridas por acidente pessoal ou enfermidade.
  • As coberturas de DMHO nacional e internacional deverão cobrir crises de doenças preexistentes ou crônicas que precisam de atendimento urgente, até que o quadro clínico do segurado esteja estabilizado para prosseguir viagem ou voltar ao local de origem.
  • Quando contratada a coberturas de despesas médicas (nacional ou internacional), também deve ser contratada a cobertura de traslado médico.

O que é a carência de plano de saúde?

Quem define o que é a carência é a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), agência reguladora vinculada ao Ministério da Saúde responsável pelo setor de planos de saúde no Brasil.  A definição é a seguinte: carência de plano de saúde é o período que deve ser aguardado para o consumidor começar a usar o plano.

Ao contratar um convênio, redobre a atenção para não perder de vista essa informação vital que deve constar no contrato. É nesse documento que você verifica a carência de plano de saúde que deverá ser respeitada para a realização dos diversos procedimentos.

E mais: ao assinar o contrato de adesão ao plano, o consumidor afirma estar ciente de que existem carências para exames, consultas, internações e cirurgias, entre outros.

Essa prática de mercado é justificada pelos convênios para que não tenham prejuízo. Mas é importante conhecer os prazos máximos de carência de plano de saúde estabelecidos por lei.

Para exames, por exemplo, há dois tipos de carência segundo a ANS: 30 dias para os considerados simples e 90 para os complexos. Em caso de partos, a carência pode chegar a 300 dias.

Mas não para por aí. Respeitando a carência da ANS, os planos de saúde podem definir um período próprio para a sua carência, sem extrapolar o prazo máximo estipulado por lei.

Para conhecer a carência dos diversos planos, só pesquisando cada um deles. O importante é estar atento a essa informação que pode ser determinante para a sua escolha.

Caso você esteja trocando de plano, existe a possibilidade de portabilidade de plano de saúde. Assim, você não precisa cumprir novo período de carência.

Identificando a carência de plano de saúde

Para começar, fique atento às diferenças entre planos contratados de uma mesma empresa. Eles podem ser individuais, empresariais, familiares (algumas operadoras trabalham com essa designação). E também as divisões existentes como, por exemplo, básico, plus, gold, etc.

Em virtude de todas essas particularidades, as carências mudam. Por exemplo, as regras de carência no plano empresarial variam, entre outras coisas, de acordo com o tamanho da empresa. Nos casos onde você realiza a portabilidade do plano de saúde, não entra carência.

Portanto, dê ainda mais atenção ao contrato para entender melhor os seus direitos como consumidor e potencial cliente de um plano.

Prazos máximos de carência

– 24 horas para urgência e emergência;

– 180 dias para internações, cirurgias e procedimentos de alta complexidade;

– 300 dias para parto a termo – não inclui partos prematuros ou de risco;

Os exames ou procedimentos mais simples normalmente possuem prazos menores.

Importante!

Depois que o tempo de carência de plano de saúde passar, você não tem mais impedimento de acesso aos serviços e procedimentos contratados. Esse é um direito garantido pela legislação. A operadora também não pode exigir mais nenhum tipo de nova carência já cumprida após esse tempo.  Fique de olho e não aceite recontagem de carência.

Fale conosco e descubra qual é o melhor plano de saúde para a necessidade da sua família!

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