SST no eSocial: conheça a obrigatoriedade e saiba como se adequar

O SST no eSocial começou a ser obrigatório para empresas cujo faturamento esteja acima de R$78 milhões. As informações passadas para o eSocial substituirão a CAT e o PPP enviadas diretamente para o site da previdência ou entregues pessoalmente agora são vinculadas ao eSocial.

Mas como a empresa pode se adequar às novas regras? Qual a melhor forma de fazer essa transição? Para ajudar você, gestor, separamos abaixo as informações necessárias para entender melhor o que significam as mudanças do SST no social. Boa leitura!

O que são eventos de Saúde e Segurança no Trabalho (SST)?

Os eventos de Saúde e Segurança no Trabalho, chamados SST, são aqueles em que se inserem momentos de acidentes no trabalho, doença do colaborador e Condições Ambientais do Trabalho – Agentes nocivos.

O SST no eSocial começou a ser obrigatório para empresas cujo faturamento esteja acima de R$78 milhões. (Imagens: Ilustrativa)
O SST no eSocial começou a ser obrigatório para empresas cujo faturamento esteja acima de R$78 milhões. (Imagens: Ilustrativa)

Com isso em mente, as mudanças estabelecidas fazem com que as informações de SST sejam enviadas ao eSocial. Ou seja, as informações que antes eram relatadas por meio do preenchimento do CAT e enviadas para o site da previdência, agora são vinculadas ao eSocial.

Com as mudanças que foram feitas, os eventos SST (Serviços de saúde e segurança do Trabalho) deverão ser enviados pelo eSocial. Essa mudança tem a intenção de fazer com que o envio dessas informações seja feito com mais segurança.

Porém as mudanças serão feitas por grupos, os primeiros grupos a terem que enviar os eventos SST pelo e Social são as empresas do grupo 1, elas deverão fazer os envios ainda esse mês.

As empresas do grupo um terão que realizar o envio dos eventos ao SST da quarta fase da implantação do eSocial a partir do dia 13 de Outubro deste ano, leia este artigo e veja quais são esses eventos.

Os grupos

As empresas que devem fazer o envio das informações pelo eSocial foram divididas em quatro grupos, as empresas do grupo 1 serão as primeiras a realizar a quarta fase, pois elas têm o maior faturamento.

Vamos te apresentar quais são esses grupos, para você poder entender melhor leia os tópicos a seguir:

  • Grupo 1 – Empresas com faturamento anual superior a 78 milhões: Estarão obrigadas a prestarem o envio de informações de Saúde e Segurança do trabalho no eSocial a partir do dia 13/10/2021.
  • Grupo 2 – Empresas não optantes pelo Simples Nacional com faturamento no ano de 2016 de até 78 milhões: vão ter que prestar o envio de informações de Saúde e Segurança do trabalho no eSocial a partir do dia 10/01/2022.
  • Grupo 3 – Empregadores optantes pelo Simples Nacional, empregadores pessoa física (exceto doméstico), produtor rural PF e entidades sem fins lucrativos: vão ter que prestar o envio de informações de Saúde e Segurança do trabalho no eSocial a partir do dia 10/01/2022.
  • Grupo 4 – Órgãos públicos e organizações internacionais: vão ter que prestar o envio de informações de Saúde e Segurança do trabalho no eSocial a partir do dia 11/07/2022.
O SST no eSocial começou a ser obrigatório para empresas cujo faturamento esteja acima de R$78 milhões. (Imagens: Ilustrativa)
O SST no eSocial começou a ser obrigatório para empresas cujo faturamento esteja acima de R$78 milhões. (Imagens: Ilustrativa)

Quais eventos devem ser enviados a partir do dia 13/10?

Confira os eventos segundo as datas informadas pela Portaria Conjunta SEPRT/RFB/ME Nº 71 de 29/06/2021.

Os eventos SST que deverão ser enviados a partir do dia 13/10 integram a quarta fase da implantação do eSocial e são os seguintes:

  • S-2210 – Comunicação de Acidente de Trabalho;
  • S-2220 – Monitoramento da Saúde do Trabalhador;
  • S-2240 – Condições Ambientais do Trabalho – Agentes Nocivos.

Então, se atentem aos prazos e eventos que deverão ser enviados pelo eSocial a partir do dia 13/10/2021. Eles fazem parte da quarta e última fase da implantação do eSocial para as empresas do grupo 1.

Atualmente o envio ao eSocial com a informação de agente nocivo já é feito a cada pagamento pelo setor de departamento pessoal. Visto que as informações nesse tipo de evento fazem parte do PPP.

O envio deve ser feito até o dia 15 do mês seguinte da obrigatoriedade. E no caso de admissão do trabalhador o prazo não se altera.

Como saber se o que foi enviado está correto?

Por se tratar de um preenchimento extenso e muito burocrático, é normal que a empresa tenha essa dúvida. Todavia, os recibos que são o comprovante de que o eSocial recebeu o registro, ficam armazenados em software.

Sendo assim, a empresa tem uma maior segurança a respeito dos envios SST no eSocial. Mesmo porque, nesse mesmo menu, é possível acompanhar o processo de envio, uma vez que, o registro pode apresentar alguma crítica a ser tratada.

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Importância da Contabilidade para Advogados

Abrir um escritório de advocacia ou fazer atendimento como Simples Nacional, requer tomar decisões importantes como Capital Social, Regime de Tributação, Porte e participação (se tiver sócios), Natureza Jurídica e outras escolhas que indiretamente afetam na carga tributária do negócio.

Através dessa nova solução você terá um Assessor Financeiro Especialista em seu segmento para cuidar do seu financeiro! Tenha suporte desde a abertura de empresas até o registro da OAB PJ. É mais tempo para você cuidar do seu negócio. Saiba mais

Contabilidade para advogados na segregação de receitas

Um dos principais pontos da contabilidade para advogados e escritórios de advocacia é a segregação de receitas de honorários e valores creditados a clientes. Afinal, qualquer erro pode gerar transtorno aos profissionais, custos elevados e até multas.

Sociedade Simples, você sabe como funciona?

Ela funciona como um formato de sociedade previsto pelo Código Civil de 2002, para a formalização de micro e pequenas empresas nas quais os proprietários exercem atividades fim específicas. Os envolvidos prestam serviços para os quais formalizaram a união intelectual e conseguem aproveitar as vantagens tributárias previstas na lei.

Tributação de advogado associado

Um advogado associado, com relação devidamente instrumentalizada em contrato regular registrado na Ordem dos Advogados, não é nem sócio nem empregado do escritório advocatício. É, como o nome diz, associado, atendendo a um regramento próprio insculpido no Provimento Federal n° 112/2006 da OAB.

Como fazer a contabilidade de um escritório de advocacia

O primeiro passo é fazer a contabilidade jurídica mantendo o controle financeiro. É preciso registrar todos os valores que entram e saem, seja das contas de advogados individuais ou de um escritório de advocacia.
Em sequência, é preciso ter em mente que evitar despesas maiores desnecessárias é importante ao controlar impostos, por exemplo.

Afinal, como realizar o controle financeiro?

  • No registro dos custos (passivos), o advogado pode registrar, por exemplo:
  • Custos com aluguel e outras contas, como energia elétrica, internet, entre outras;
  • Custos com instrumentos da atividade profissional, como aquisição e manutenção de equipamentos;
  • Custos com possíveis serviços contratados para a atividade profissional, como consultorias, serviços de marketing e design, por exemplo;
  • Despesas tributárias; entre outros.
  • Os valores recebidos a título de atendimentos e outros serviços.

Principais dúvidas sobre a contabilidade para advogados

  • 1. Como abrir uma empresa?

Mesmo para advogados autônomos, pode ser benéfico formalizar a empresa, sobretudo pela economia tributária. Trabalhar como autônomo, por exemplo, exige que sejam pagos tributos como Imposto de Renda e contribuição à Previdência Social superiores aos de uma empresa.
Portanto, é benéfico formalizar uma empresa quando as alíquotas incidentes sobre os rendimentos do advogado autônomo superam aqueles incidentes sobre os da pessoa jurídica.

  • 2. Sociedade de advogados também se beneficia do Simples Nacional?

Segundo o artigo 15 do Estatuto da Advocacia e da OAB, “os advogados podem reunir-se em sociedade simples de prestação de serviços de advocacia ou constituir sociedade unipessoal de advocacia”. Contudo, pode ainda restar dúvidas quanto à opção do Simples Nacional por sociedades de advogados, Simples ou Unipessoais, uma vez que o artigo 3º, da Lei Complementar nº 123/2006, não traz essa especificidade. Assim, ele dispõe:
Art. 2º Para fins desta Resolução, considera-se:
I.Microempresa (ME) ou empresa de pequeno porte (EPP) a sociedade empresária, a sociedade simples, a empresa individual de responsabilidade limitada ou o empresário a que se refere o art. 966 da Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002 – Código Civil, devidamente registrados no Registro de Empresas Mercantis ou no Registro Civil de Pessoas Jurídicas, conforme o caso, e a sociedade de advogados registrada na forma prevista no art. 15 da Lei nº 8.906, de 4 de julho de 1994, desde que: (Lei Complementar nº 123, de 2006, art. 3º, caput; art. 18, § 5º-C, VII).

  • 3. Quais os livros necessários à contabilidade para advogados que optem pelo Simples Nacional?

Livros Caixa: com a escrituração de toda a sua movimentação financeira e bancária;
Livro Registro de Inventário: com registro dos estoques existentes no término de cada ano-calendário, caso seja contribuinte do ICMS;
Livro Registro de Entradas: modelo 1 ou 1-A, com a escrituração dos documentos fiscais relativos às entradas de mercadorias ou bens e às aquisições de serviços de transporte e de comunicação efetuadas a qualquer título pelo estabelecimento, caso seja contribuinte do ICMS;
Livro Registro dos Serviços Prestados: com registro dos documentos fiscais relativos aos serviços prestados sujeitos ao ISS, caso seja contribuinte do ISS;
Livro Registro de Serviços Tomados: com registro dos documentos fiscais relativos aos serviços tomados sujeitos ao ISS;
Livro de Registro de Entrada e Saída de Selo de Controle: caso seja exigível pela legislação do IPI.

  • 4. Sociedade de Advogados não pode utilizar nome fantasia?

Não pode, conforme Artigo 16 do Estatuto da Advocacia e da OAB. Veja o que está escrito:
“Art. 16. Não são admitidas a registro nem podem funcionar todas as espécies de sociedades de Advogados que apresentem forma ou características de sociedade empresária, que adotem denominação de fantasia, que realizem atividades estranhas à advocacia, que incluam como sócio ou titular de sociedade unipessoal de advocacia pessoa não inscrita como Advogado ou totalmente proibida de advogar.”

  • 5. Que CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) deve ser utilizado para Sociedade de Advogados?

Representação legal dos interesses de uma parte contra outra, diante de tribunais ou de outros órgãos judiciais, realizada por Advogado ou sob sua supervisão, tais como: aconselhamento e representação em ações civis, aconselhamento e representação em ações criminais, aconselhamento e representação em ações administrativas, aconselhamento e representação em ações trabalhistas e comerciais;

  • 6. Uma Sociedade de Advogados precisa ter um Contador?

É preciso ter claro que uma empresa, independente da natureza jurídica, precisa saber das obrigações acessórias, do controle financeiro, das regulações e impostos com o fisco para estar dentro das leis e evitar problemas no futuro. Sendo assim, um contador ou escritório de contabilidade é indicado para fazer os cálculos necessários, entregar as declarações e estar atento a qualquer mudança prevista na Lei.

  • 7. Você pode ser advogado e contador ao mesmo tempo?

Para que um empresário resolva suas questões jurídicas, ele deve consultar um advogado.
Veja o que diz a Lei 8.906/94:
Art. 1º São atividades privativas de advocacia:
I – a postulação a qualquer órgão do Poder Judiciário e aos juizados especiais; (Vide ADIN 1.127-8)
II – as atividades de consultoria, assessoria e direção jurídicas. […]

§ 2º Os atos e contratos constitutivos de pessoas jurídicas, sob pena de nulidade, só podem ser admitidos a registro, nos órgãos competentes, quando visados por advogados.
Ou seja, um contador possui um espectro de atividades que não é o mesmo de um advogado e caso ele exerça atividades que competem ao que é estabelecido pela OAB estará exercendo sua profissão ilegalmente. (art. 47 da Lei de Contravencoes Penais).

Além disso, estará correndo o risco de fazer sugestões e orientações de maneira equivocada.

Se você é advogado, ou tem um escritório de advocacia, entre em contato conosco, temos planos exclusivos para empresas neste ramo, com uma equipe de profissionais contábeis prontos para te atender.

  • Gostaria de apoio com a gestão financeira do seu escritório de advocacia?

Nós sabemos que é muito comum na vida de um advogado sócio de um pequeno escritório ter que se desdobrar para cuidar não só de seus clientes mas também de todas as rotinas financeiras necessárias para garantir uma boa gestão do seu negócio. Foi por esse motivo que a Contabilizei criou uma nova solução visando ajudar advogados a ganharem mais tempo e garantir a boa gestão do seu escritório.

Fonte: Contabilizei

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Quais as diferenças entre regime de caixa e de competência?

Compreender a principal diferença entre o sistema de acumulação e o sistema de realização de pagamentos é muito importante para os empresários e gestores dominarem a gestão financeira de seus empreendimentos.

Estes são os dois métodos utilizados para o registro das transações contábeis, sendo que a principal diferença é que deve ser registrado o horário de cada evento que ocorre na empresa. Descubra outras diferenças neste artigo e entenda a descrição de cada diferença.

Uma empresa pode ter lucro, mas não ter dinheiro?

Antes de entender a diferença entre o sistema de realização de pagamentos e o sistema de acumulação, vamos nos concentrar em um extrato: uma empresa pode ter lucro, mas não tem dinheiro, e vice-versa!

Essa situação ocorre porque o lucro é calculado usando receitas e despesas, o que é diferente de receitas e despesas de caixa. Essa é a diferença entre os métodos.

O que é regime de caixa?

Nesse tipo de regime, as receitas são contabilizadas apenas quando o dinheiro referente a elas é recebido. Ao mesmo tempo, as despesas são registradas no momento em que são efetivamente pagas.

Vantagens

É um método mais simples que o regime de competência, uma vez que apenas são contabilizadas as quantias pagas ou recebidas. Por isso, permite um acompanhamento descomplicado do fluxo de caixa.

Desvantagens

Tal regime pode distorcer a visão da saúde financeira do negócio. Se uma empresa tem uma boa quantia em caixa, mas tem montantes de contas a pagar não provisionados que excedem essa quantia, um investidor pode concluir que a empresa está lucrando quando, na verdade, está perdendo dinheiro.

Entenda tudo sobre as diferenças entre regime de caixa e de competência. (Imagem: Ilustrativa)
Entenda tudo sobre as diferenças entre regime de caixa e de competência. (Imagem: Ilustrativa)
O que é regime de competência?

No regime de competência, os efeitos das transações são reconhecidos no momento em que ocorrem, não dependendo do pagamento, recebimento de caixa ou outros recursos financeiros.

Aqui, o registro de receitas é realizado quando um produto ou serviço é entregue a um cliente, com a expectativa de que o dinheiro será pago no futuro. As despesas também são registradas quando ocorrem, mesmo que o pagamento também só ocorra posteriormente.

Vantagens

É um retrato mais preciso da situação patrimonial da empresa, particularmente a longo prazo. Fornece uma ampla gama de informações para a gestão e redução de custos.

Desvantagens

Acompanhar o fluxo de caixa pode ficar mais trabalhoso, dependendo do volume e da complexidade das transações realizadas pela empresa.
Por ser mais detalhado, exige mais trabalho no controle da documentação de tudo o que ocorre no negócio.

Qual é a diferença entre regime de competência e de caixa?

Para ilustrar nossa afirmação anterior de que a empresa pode ter lucro, mas não ter dinheiro, vamos supor que uma nova empresa venda R$ 12 mil em produtos, parcelados em três vezes.

Pelo regime de competência, a empresa deve reconhecer R$ 12 mil em receitas em seu primeiro mês. Como o dinheiro não será recebido imediatamente, se mensalmente as despesas forem de R$ 7 mil, no primeiro mês a empresa reportará um lucro de R$ 5 mil.

Pelo regime de caixa, a empresa deve reconhecer R$ 4 mil em receitas no primeiro mês, quando receber o valor da primeira prestação. Nos dois meses seguintes, ao receber as respectivas parcelas, registrará o restante da receita.

Entenda tudo sobre as diferenças entre regime de caixa e de competência. (Imagem: Ilustrativa)
Entenda tudo sobre as diferenças entre regime de caixa e de competência. (Imagem: Ilustrativa)

Essa situação pode gerar alguns equívocos no momento de fazer a gestão financeira. Para que isso não aconteça, é importante contar com demonstrações financeiras.

Qual é a importância das demonstrações financeiras?

Demonstração do Resultado do Exercício (DRE)

Evidencia a composição do resultado líquido em um determinado período, confrontando as receitas e despesas ocorridas.

Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC)

Mostra as entradas e saídas de caixa e equivalentes de caixa de uma empresa, além dos resultados desse fluxo em determinado período.

Ambas as visões são necessárias e complementares. Os dados devem ser sempre analisados pelas duas perspectivas, a fim de obter a melhor decisão possível para a situação da empresa.

Vale lembrar que o regime de caixa não fornece informações suficientes para fazer o balanço patrimonial de forma adequada. Já o regime de competência permite que a empresa levante a DRE e a DFC, além do balanço patrimonial.

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Contabilidade Para Médicos: A Importância das Decisões Estratégicas

A contabilidade para médicos é importante para abrir e fazer crescer o seu negócio. Afinal, independentemente do modelo operacional que você escolher, o planejamento financeiro e tributário de sua empresa é necessário. As clínicas médicas podem adotar diferentes modelos, sistemas tributários e propriedades legais.

Modelo de atuação profissional

Um possível modelo de desempenho de carreira é o sistema CLT, que se baseia nas diretrizes da “Integração do Direito do Trabalho”. Portanto, o contrato de trabalho pode ter um número total predeterminado de horas por mês e um salário fixo. As regras tributárias do sistema são semelhantes às aplicáveis ​​a outros trabalhadores CLT. Além disso, os profissionais assumem todos os direitos e obrigações da legislação trabalhista.

Além de ser um contrato CLT, você também pode trabalhar como profissional autônomo ou pessoa jurídica. Ambas as opções permitem maior flexibilidade na prestação de serviços. No entanto, a maior diferença está relacionada à tributação.

Médicos autônomos

Médicos que atuam como profissionais autônomos têm seus impostos retidos pelo contratante. A instituição deve emitir um Recibo de Pagamento de Autônomos (RPA) para recolher os valores devidos. As contribuições que devem ser realizadas são: INSS, IRRF e ISS. A contribuição previdenciária, pelo INSS, tem alíquotas de 8 a 11% com valor máximo de R$642,34 mensal. Já o IRRF pode variar de 0 a 27,5%, baseado na faixa de rendimentos do profissional.

Quem recebe até R$1.903,98 está isento. Quem recebe mais de R$4.664,68 deve pagar 27,5%. Há, além dessas, outras três alíquotas de IRRF para profissionais autônomos. Além do INSS e do IRRF, o autônomo deve pagar o imposto sobre serviços (ISS). Este valor é retido pela instituição caso o profissional não seja cadastrado na prefeitura da cidade em que atua. As regras podem variar em cada município, mas a alíquota varia entre 2% e 5%.

Médico que atua como pessoa jurídica (PJ)

A cobrança de impostos dos médicos que trabalham na PJ deve ser feita por profissionais. Considerando que o CNPJ está inserido no Simples Nacional, a tributação é a seguinte. Profissionais autônomos devem pagar DAS, e a alíquota começa em 6% do faturamento da empresa. Deve também contribuir para a previdência social, com base em sua contribuição pró-trabalho à alíquota de 11%. O IRRF também é calculado com base na pró-mão de obra dos profissionais. A isenção vale para rendas de até R $ 1.903,98. Dependendo do valor recebido pelo médico, a alíquota de retenção do IRRF deve variar de 7,5% a 27,5%. Portanto, o imposto de renda é semelhante ao imposto aplicável aos profissionais que trabalham por conta própria.

Tipos de empresas que os médicos podem abrir.As opções de empresa que podem ser escolhidas pelo médico são: Microempresa (ME), Empresa de Pequeno Porte (EPP) e Empresa de Médio Porte. A primeira limita o faturamento anual a R$360 mil e possibilita a contratação de até nove funcionários, no setor de serviços, como é o caso de um consultório médico. Já a Empresa de Pequeno Porte (EPP) pode ter um rendimento bruto entre R$360 mil e 4,8 milhões por ano. EPPs atuantes no setor de serviços podem contratar até 49 funcionários.

A Empresa de Médio Porte, por sua vez, não precisa ter um faturamento anual específico, mas possui um limite de contratação de 99 funcionários. Você precisará contratar um serviço de contabilidade para médicos independente do tipo de empresa que deseja abrir. Isso facilita o planejamento do seu negócio e reduz o risco de problemas tributários no futuro.

A contabilidade para médicos é importante para abrir e fazer crescer o seu negócio. (imagem: ilustrativa)
A contabilidade para médicos é importante para abrir e fazer crescer o seu negócio. (imagem: ilustrativa)

Regime tributário

A outra decisão ao criar a empresa deve ser quanto ao regime tributário. As principais opções de enquadramento são Simples Nacional e Lucro Presumido. O Simples Nacional é um regime tributário desenvolvido para micro e pequenas empresas, ou seja, negócios que não ultrapassam o limite de R$ 4,8 milhões de receita bruta anual. A Lei Complementar 155/2016 incluiu os serviços médicos como elegíveis para este regime. A alíquota de tributação no Simples Nacional varia entre 16,93% até 22,45%. As principais vantagens deste regime são:

  • Guia única para pagamento de todos os impostos;
  • Redução da carga tributária, quando comparada a outros regimes e dependendo do faturamento;
  • Menos exigências contábeis.

O regime tributário de Lucro Presumido tem como principal característica a tributação baseada em uma margem de lucro presumida em lei. Assim, os impostos incidirão em um lucro prefixado, não no lucro efetivo da clínica. Tanto para o Imposto de Renda quanto para a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) são calculados em 32% da Renda Bruta. As principais vantagens do Lucro Presumido são:

  • Teto de faturamento anual até R$ 78 milhões
  • Ideal para empresas com poucas despesas e margens altas;
  • O IR e o CSLL podem ser trimestrais, o que facilita a gestão do fluxo de caixa.
  • Natureza jurídica da empresa
A contabilidade para médicos é importante para abrir e fazer crescer o seu negócio. (imagem: ilustrativa)
A contabilidade para médicos é importante para abrir e fazer crescer o seu negócio. (imagem: ilustrativa)

A contabilidade para médicos também pode auxiliar na escolha da natureza jurídica da empresa. As possibilidades são:

  • Sociedade de Médicos e Profissionais de Saúde;
  • Empresário Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI);
  • Sociedade Unipessoal Limitada (SLU)

Como se trata de uma profissão regulamentada, não pode ser uma Empresa Individual (EI). Entretanto, é possível criar uma Sociedade Unipessoal, conforme a regulação trazida pela Lei 13.874/2019.

Conclusão

Para abrir uma empresa médica, você precisará tomar decisões como o modelo de atuação, o regime tributário e a natureza jurídica deste negócio. É importante contratar um profissional qualificado para auxiliar neste momento. No entanto, você precisa ficar atento às diferentes decisões estratégicas necessárias no processo de abertura.

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8 motivos para contratar um contador para sua empresa

A figura do contador por um bom tempo esteve atrelada a de um profissional que calculava e emitia guias de impostos a serem pagos pelas empresas, embora este sempre entregasse mais. Dentro desta visão, os honorários pagos pelos seus serviços sempre eram tidos como um “mal necessário”, algo meramente para cumprir as obrigações do governo.

Mas o mundo mudou, a competição dos mercados se acirraram, a informação tem sido um ativo valioso, e os empresários vem redescobrindo o verdadeiro valor deste profissional dando valor as suas entregas.

Realmente, o Contador é um grande parceiro do empreendedor, e é claro, continua tendo que cumprir as obrigações acessórias do governo, que se multiplicaram após o SPED, mas as informações que são geradas, são essenciais e ajudam na sobrevivência e crescimentos dos negócios.

Saiba o que o seu Contador e a Escrituração Contábil pode fazer para sua empresa e como gerar valor com essas informações no seu negócio.

Realizar a escrituração contábil possibilita distribuir lucros isentos

O lucro distribuído aos sócios desde que apurado pela escrita contábil é isento de impostos sobre a renda do sócio, o IRPF. Sem a escrituração contábil, o valor isento fica limitado pela presunção de lucro conforme o artigo 15, da Lei nº 9.249.

E isso vale para todas as empresas do Lucro Presumido, do Simples Nacional e o MEI, isso mesmo, o MEI caso transfira o lucro para a pessoa física, esse rendimento será isento de IR caso ele tenha a escrituração contábil de suas operações.

Ocorre que nem todos os empresários solicitam a escrituração contábil, e isso afeta muito a forma como se declara o Imposto de Renda na Pessoa Física, fazendo corretamente os valores recebidos a título de lucro irão figurar no informe de rendimentos do sócio.

Chegou a hora de Migrar de MEI para ME. Saiba como

Caixa Tem vai oferecer créditos para usuários

A figura do contador por um bom tempo esteve atrelada a de um profissional que calculava e emitia guias de impostos a serem pagos pelas empresas, embora este sempre entregasse mais. (Imagem: Ilustrativa)
A figura do contador por um bom tempo esteve atrelada a de um profissional que calculava e emitia guias de impostos a serem pagos pelas empresas, embora este sempre entregasse mais. (Imagem: Ilustrativa)

Ter os demonstrativos contábeis facilita a obtenção de crédito

Com o passar do tempo os Bancos se adaptaram à falta de informações contábeis das PME’s, é comum eles solicitarem dos seus correntistas PJ uma declaração de faturamento.

Como essa informação é bastante limitada, a disponibilidade de crédito nem sempre é satisfatória e supre a necessidade das empresas.

Agora, o empresário entregando os demonstrativos contábeis ao Banco, este poderá ter duas visões adicionais sobre o negócio facilitando o crédito, a primeira é a visão de organização do aspecto financeiro, uma vez que, como nem todo mundo entrega a informação a sua empresa entregando se destacará entre as demais, e a outra é a visão sobre o seu negócio, aquelas que estão nos relatórios e que poderão dar visibilidade sobre o seu risco de crédito.

Isso com certeza trará como benefício uma disponibilidade de crédito coerente com as suas necessidades e possivelmente uma taxa de juros menor, já que o banco poderá precificar o risco de emprestar a sua empresa.

Os demonstrativos são essenciais para participar de licitações

A Lei 8.666/93 exige das empresas participantes de licitações públicas uma qualificação econômico financeira comprovada contabilmente.

Para isso, os editais de licitação, solicitam a entrega dos demonstrativos contábeis pela empresa, tais como o Balanço Patrimonial e Demonstrativo de Resultado do Exercício. Com esta informação são calculados índices financeiros comprovando a solvência e capacidade financeira da empresa.

Se você entende que existe uma oportunidade de vender para o Governo, ter um contador é essencial a você.

Ter um contador possibilita melhor controle financeiro e mais foco no negócio

É fato de que a contabilidade não substitui o controle financeiro de fluxo de caixa, pelo contrário os dois são complementares.

Ter a escrituração contábil possibilitará ao empresário analisar as principais informações do seu negócio, como a sua Capacidade de Endividamento, o Capital de Giro, a Participação de Capital de Terceiro e se há Impostos a Recuperar, e isso ajudará a entender as situações vividas no caixa da empresa e no cotidiano.

Além disso é possível controlar se algo passou despercebido pelo controle financeiro, como uma conta que deveria ser paga e não foi.

A contabilidade facilitará o trabalho de projeção financeira, e a realização do orçamento empresarial, já que para olhar o futuro é importante analisar e entender o que já se passou, bem como inferir sobre a capacidade da empresa de gerar lucros.

Quer saber o valor da empresa, o primeiro passo é possuir um balanço patrimonial

Existem três formas difundidas de como analisar o valor de uma empresa, são elas o Fluxo de Caixa Descontado, os Múltiplos de EBTIDA e o valor Patrimonial.

Nas três formas são utilizadas as informações contábeis da empresa, conforme abaixo;

Fluxo de Caixa Descontado: Nele são projetados os valores dos caixas futuros, a projeção para fazer sentido precisa ter respaldo nos dados passados, ou seja, na base contábil da empresa.

Múltiplos de EBTIDA: É importante calcular o EBTIDA através da contabilidade, e necessário verificar a consistência dele ao longo dos últimos anos.

Valor Patrimonial: Aqui a aplicação da contabilidade é bem direta, já que o valor da empresa é aquele reconhecido na contabilidade.

Alvará de Funcionamento: Uma empresa não funciona sem ele. Saiba mais

Saiba o que fazer quando sua empresa está irregular

A figura do contador por um bom tempo esteve atrelada a de um profissional que calculava e emitia guias de impostos a serem pagos pelas empresas, embora este sempre entregasse mais. (Imagem: Ilustrativa)
A figura do contador por um bom tempo esteve atrelada a de um profissional que calculava e emitia guias de impostos a serem pagos pelas empresas, embora este sempre entregasse mais. (Imagem: Ilustrativa)

Economize com impostos, realize seu planejamento tributário

Não tem jeito, a melhor forma de fazer um planejamento tributário é ter como base os dados gerados na contabilidade e tendo o apoio de um contador.

Com o seu conhecimento e experiência, esse profissional poderá ter visibilidade das implicações tributárias na mudança de enquadramento e na forma de apuração dos impostos.

Saiba mais sobre a diferença de enquadramentos no artigo, Qual a diferença entre Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real? e baixe o Ebook: Planejamento Tributário ao Alcance de Todos.

A Contabilidade como prova judicial e proteção aos sócios

Manter os registros contábeis de forma regular pode facilitar e resolver diversas questões judiciais, esses registros são considerados um importante prova judicial e podem evitar muita dor de cabeça dos sócios.

Ele também servirá para processo de litígio entre os sócios, nas dissoluções e na extinção da Pessoa Jurídica.

Contador, o profissional de gestão mais próximo do empreendedor

Por fim, o Contador é um grande parceiro do negócio, tenho certeza que todos os profissionais da área não medirão esforços para contribuir com o crescimento da empresa, uma vez que este em certa medida por ser atrelado as informações estratégicas que são geradas na contabilidade.

A ciência contábil é uma ciência gerencial, nascida da necessidade dos empresários por registros comerciais, atualmente o profissional da área, com a sua experiência e vivência é uma fonte importante de Consultoria Empresarial.

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5 dicas para aguçar sua capacidade de liderança

Capacidade de liderança é uma competência muito requerida pelo mercado atualmente, ainda mais em cargos como de gestão, administração, coordenação, chefia, etc. Na verdade, as empresas buscam líderes – pessoas autônomas e empenhadas, capazes de fazer acontecer na rotina da corporação – em todos os tipos de profissionais e posições. Mas ter lideranças de alta performance em cargos estratégicos é fundamental.

Contudo, o termo liderança se tornou vulgar com o tempo. Não é uma competência inata como se pensava há alguns anos. Saber liderar é algo que precisa ser desenvolvido com o tempo e, quem sabe, por toda a carreira.

Os requisitos do mercado e até mesmo do próprio ato de liderar muda com o tempo e responde às necessidades e contextos de cada período. Hoje, ser líder não é tarefa fácil. Selecionamos 5 dicas sobre liderança que podem fazer a diferença no seu modo de atuação. Confira!

1) Aprenda a ouvir

Aprender a ouvir o colaborador e a equipe é essencial para a liderança moderna. Este sempre foi um dos maiores problemas dos líderes: mais que ordenar, saber ouvir. A escuta atenta do colaborador pode oferecer informações e perspectivas muito mais amplas, que podem impactar na sua tomada de decisão.

Muito se fala que o líder deve saber dar o feedback ao colaborador durante a sua rotina de trabalho – e realmente isso é importante. Mas é essencial que a liderança abra espaço para que os liderados possam também fazê-lo, ensinando-os sobre a relevância e a forma de efetivar um feedback assertivo, para que ele possa ouvir com atenção.

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Capacidade de liderança é uma competência muito requerida pelo mercado atualmente, ainda mais em cargos como de gestão, administração, coordenação, chefia, etc. (Imagem: Ilustrativa)
Capacidade de liderança é uma competência muito requerida pelo mercado atualmente, ainda mais em cargos como de gestão, administração, coordenação, chefia, etc. (Imagem: Ilustrativa)

2) Compreenda a importância de aprender e ensinar no meio corporativo

O termo learning organization – organizações que aprendem – é cada vez mais comum entre líderes e gestores. É um novo paradigma de gestão de alta performance incentivar o aprendizado mútuo entre as suas equipes e funcionários, para assim, gerar novos diferenciais de mercado – determinante para os próximos anos.

Para isso, é importante que os gestores e o RH construam uma proposta de cultura organizacional que permita tal aprendizado. No centro desta estratégia, está a liderança: o líder é um mediador do processo de ensino-aprendizagem corporativo; ele mesmo deve estar disposto a ensinar e a aprender, tendo uma postura proativa junto da equipe.

3) Não seja limitado

É cada vez mais comum as empresas contratarem ou formarem lideranças especializadas, ou seja, além de dominar as funções para o seu cargo, espera-se que o líder se especialize nos conhecimentos relativos ao seu setor e que seja um especialista no segmento em que atua. Ou seja, além de ser um profissional altamente especializado em uma área do conhecimento e ter um hábil líder, é preciso que ele conheça a fundo as funções importantes em que atuam determinados profissionais de sua equipe.

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Capacidade de liderança é uma competência muito requerida pelo mercado atualmente, ainda mais em cargos como de gestão, administração, coordenação, chefia, etc. (Imagem: Ilustrativa)
Capacidade de liderança é uma competência muito requerida pelo mercado atualmente, ainda mais em cargos como de gestão, administração, coordenação, chefia, etc. (Imagem: Ilustrativa)

4) Era da Experiência – Liderança a serviço dos liderados

As organizações estão cada vez menos hierarquizadas. Isso é uma resposta à chamada Era da Experiência. Assim como os consumidores não querem apenas adquirir um produto ou serviço, mas a experiência positiva que isso proporciona, um dos públicos da empresa são os seus colaboradores – o público interno, que quer ter uma experiência gratificante fazendo parte da organização.

E isso não pode ser apenas fachada, um subterfúgio do chamado Employer Branding: o colaborador precisa ser ouvido, ter um ambiente de trabalho motivador, participar da tomada de decisão sobre os processos e se desenvolver com a ajuda e as políticas da cultura organizacional. O líder deve ter isso em mente no seu fazer diário.

5) Liderança que forma líderes

Outro aspecto essencial de liderança para aqueles que querem se tornar líderes melhores é ter a capacidade de formar líderes. Isso mesmo: uma equipe de profissionais com autonomia, que saibam se colocar e buscar saídas. Profissionais que tomam decisões acertadas, que liderem em suas funções.

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