Caixa Tem vai oferecer créditos para usuários

O aplicativo da Caixa Tem da Caixa Econômica Federal, pegou a todos de surpresa ao informar que irá disponibilizar microcréditos de R$ 100 a R$ 300. Entretanto, o serviço ainda se encontra em fase de teste e liberação final.

Um dos primeiros passos do banco em relação ao aplicativo foi migrar os beneficiários do auxílio emergencial para uma conta poupança digital que permite movimentação através do Caixa Tem.

O QUE DISSE A CAIXA

De acordo ao presidente da Caixa Econômica Federal, o banco passará a oferecer também linhas de crédito para usuários do Aplicativo. Após o fim do auxílio emergencial.

Ficou definido que os valores dos benefícios irão variar entre R$ 100 e R$ 300, sendo que o banco também irá realizar sorteios de até R$ 250.000.

Vale destacar que essa não é a primeira vez que o Pedro Guimarães havia falado dos valores dos empréstimos, em outra ocasião, ele já adiantou que seriam de R$ 100,0R$ 200 e R$ 300, com liberação digital. Na avaliação dele, os valores são baixos, mas os impactos serão positivos, pois superarão os possíveis calotes. O aplicativo está em fase final de desenvolvimento.

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De acordo ao presidente da Caixa Econômica Federal, o Caixa Tem passará a oferecer também linhas de crédito para usuários do Aplicativo. (Imagem: Ilustrativa)
De acordo ao presidente da Caixa Econômica Federal, o Caixa Tem passará a oferecer também linhas de crédito para usuários do Aplicativo. (Imagem: Ilustrativa)

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CLT ou PJ. Qual a melhor forma de trabalho?

A medida é para diminuir os efeitos da pandemia de Covid-19 na economia. Uma campanha divulgada pela caixa, promete sortear prêmios de até R$ 250 mil, para aqueles que estão inscritos no aplicativo. Porém, isso só será possível graças a uma parceria entre o banco e a Visa, que servirá para elevar o número de transações eletrônicas, tendo em vista que o sorteio se dará de forma digital.

O desejo do presidente da Caixa é alcançar as famílias de baixa renda, que foram afetadas pela pandemia da Covid-19, e também os beneficiários do auxílio emergencial, que poderão solicitar o crédito por meio do Caixa Tem.

COMO PARTICIPAR

Para participar, previamente, a pessoa deve estar inscrita no Caixa Tem, atendendo a esse requisito, basta seguir as seguintes instruções:

  • Acessar a plataforma “Vai de Visa” e se cadastrar;
  • Feito isso, basta realizar quatro compras de qualquer valor, utilizando o cartão de débito ‘online’ do Caixa Tem
  • A cada quatro compras será disponibilizado um número para o usuário, que poderá ser sorteado.
  • Serão disponibilizados um certificado ouro no valor de R$ 250 mil;
  • Cartões pré-pagos de R$ 10.000 (serão feitos sorteios ao menos 4 vezes ao mês);
  • Mais de 1.400 cartões pré-pagos com valores variados de R$ 50, R$ 100 e R$ 250.

Fontes: Correio Braziliense, TV Brasília e Jornal Contábil.

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Quais os impactos do coronavírus nos negócios de eventos empresariais

De acordo a uma pesquisa realizada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), os reflexos da pandemia do Coronavírus nas atividades econômicas são bastante significativos.

O isolamento social é uma das medidas preventivas para conter a aglomeração de pessoas e, assim, evitar a proliferação do novo coronavírus. Com isso, o segmento de eventos do país sofreu drasticamente. Um levantamento feito pelo Sebrae, em abril, mostra que a pandemia do coronavírus afetou 98% do setor de eventos. Apesar de terem sido impactadas pela crise, 64% das empresas afirmam que não preveem demissão dos funcionários nos próximos três meses.

Para tentar amenizar os efeitos da crise, empresários tentam negociar prazos: 34% devolveram o dinheiro para o contratante, mas 35% deles contam que conseguiram negociar crédito para utilizar futuramente.

A pesquisa ouviu prestadores de serviços de organização de feiras, congressos, exposições e festas, além de profissionais cujos trabalhos envolvem aluguel de estruturas como palcos, estandes, iluminação, som, bem como serviços de filmagens, produção fotográfica, bufê de festas, decoração, assessoria cerimonial, seguranças, transporte, agência e operadora de turismo, entre outros.

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O impacto provocado pela Coronavírus também fica evidente observando o faturamento do setor. (Imagem: Ilustração)
O impacto provocado pela Coronavírus também fica evidente observando o faturamento do setor.. (Imagem: Ilustração)

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CLT ou PJ. Qual a melhor forma de trabalho?

O impacto provocado pela Covid-19 também fica evidente observando o faturamento do setor. Em comparação ao mês de abril do ano passado, 62,5% dos entrevistados acreditam na redução de 76% a 100% do faturamento em abril deste ano.

Adaptações para a sobrevivência dos negócios

Buscando soluções para sobreviver a este momento e visando à preparação para a retomada dos negócios, 30,1% dos empresários estão aprimorando a gestão. Uma preocupação também é o relacionamento com o mercado: 25,2% dos entrevistados estão fortalecendo essa relação. As medidas adotadas durante a quarentena para evitar a falência abrangem a capacitação de funcionários: 17,2% dos empresários investem em qualificação da equipe para esse novo momento, e 15,5% adotam o uso de novas tecnologias.

Para minimizar os impactos nesse setor é necessária a atuação conjunta das entidades de apoio do setor de negócios e eventos. Trabalhando junto é possível elaborar projetos e políticas assertivas para desenvolvimento do setor e recuperação da economia.

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Fonte: Sebrae

 

Número de empregos informais deve crescer a medida que o desemprego também cresce.

O mundo, em especial o Brasil, está vivendo o medo da incerteza de quando a economia mundial irá retomar o seu grau de normalidade. Como já relatamos neste artigo, países com a confiança econômica irá se recuperar rápido dessa crise, outros, aí incluímos o Brasil, demandará um pouco mais de tempo.

A pandemia da Civid-19, ou mais popularmente conhecida comoCorornavírus”, ainda faz muitos estragos econômicos no mundo todo, e mesmo aqueles países que já estão dizendo adeus ao vírus, as incertezas econômicas ainda é a principal preocupação.

Muitos países ainda temem uma segunda onda do vírus, por isso, uma união dos países para o desenvolvimento de uma imunização contra o vírus foi criada.

Na verdade, existe várias uniões, tem aqueles países que compartilham resultados dos desenvolvimentos das vacinas pela cúpula da OMS (Organização Mundial da Saúde) e outros que fecham parcerias entre sí, que é o caso de Brasil e China, conforme noticiado recentemente, o país latino fabricará as vacinas chinesas.

Mas a pergunta que está sendo feita consequentemente pelos especialistas de economia é, quando as empresas vão voltar a contratar?

O Brasil, já estava vindo uma recessão gigante no mercado de trabalho por conta de um desgoverno de outras gestões. A palavra “DESEMPREGO” sempre assustou os brasileiros, foram mais de 14 milhões de desempregados, e mesmo antes do anuncio da OMS, sobre a chagada do vírus, aqui o desemprego ainda reinava.

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Flexibilização da Quarentena

O momento iria chegar, por mais que o número de mortos só aumenta no mundo, o momento da decisão em manter a quarentena ou flexibilizar para não quebrar a economia iria chegar.

No Brasil, alguns estados e cidades já estão retomando as atividades econômicas gradativamente, claro com todo o cuidado necessário. Porém, essa retomada é incerta já que os governadores e prefeitos deixam bem claro que a qualquer momento poderão rever as autorizações.

Essa incerteza fez com que muitas empresas não abrissem as portas e continuassem a trabalhar a distância ou até mesmo operando apenas por intermédio de e-commerce. Com isso, muitos funcionários ainda ficarão sem receber os seus salários ou, até mesmo, deixarão de receber.

Ajuda do Governo

O governo federal, anunciou a medida provisória 936 que dá uma série de “benefícios” para tentar manter os empregos e alguns benefícios foram concedidos as empresas como, o não pagamento de impostos obrigatórios, mas, o que mais incentivou a não demissão foi a medida provisória que dá os direitos aos patrões de reduzir o salário de seus funcionários e, para não quebrar os funcionários, que também estão no mesmo barco, o governo arcaria com o outro restante. Porém só podem participar desse programa empresas que não demitirem seus funcionários.

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Desemprego

Mesmo com todas essas medidas, pequenas empresas que tem de 1 a 5 funcionários não conseguiriam manter metade dos salários com as portas fechadas e, mesmo com esforços do governo, o desemprego já assusta o Brasil.

Segundo o último levantamento do site g1, A taxa de desemprego no Brasil ficou em 11,2% no trimestre encerrado em janeiro, atingindo 11,9 milhões de pessoas, segundo a Pesquisa Nacional Por Amostra de Domicílios Contínua Mensal (PNAD Contínua). … agora, o número de desempregados foi estimado em 11,913 milhões.

O seu cliente está na mesma situação que você, então seja transparente com ele.

Informalidade

Com a alta no desemprego e sem esperança de uma recuperação rápida da economia, muitos brasileiros partirão para o “se vira” e saíram as ruas ganhar seu dinheiro de forma informal.

De um cafezinho na porta do metro a reciclagem, os empregos informais já começaram a crescer e a tendência é que até metade do próximo ano essa metade dos brasileiros que perderam seus empregos na pandemia iniciem um trabalho informal.

A informalidade inclui trabalhadores sem carteira assinada e atualmente, segundo a EBC o Brasil soma mais de 11,6 milhões informais, além de trabalhadores domésticos sem carteira, num total de 4,5 milhões, empregadores sem CNPJ (810 mil), por conta própria sem CNPJ (24,5 milhões) e trabalhadores familiares auxiliares (1,97 milhão).

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O seu cliente está na mesma situação que você, então seja transparente com ele

Mais uma vez o mundo está enfrentando uma crise forte, desta vez a crise não é somente financeira, mas também de saúde. Com isso, as empresas tiveram que se adaptar com os trabalhos home office.

Serviços essenciais, por lei não podem interromper suas atividades então, essas empresas estão funcionando em meio ao caos mundial. Outras empresas, que não fazem parte da lista de essenciais, também estão autorizadas, porém com muitas restrições.

Sem poder sair de casa, os números de ligações, entregas de delivery, compra de produtos aumentaram bastante, porém com o quadro de funcionários reduzidos, aumenta também os atrasos nas entregas e a escassez no atendimento.

Com isso, os números de reclamações também aumentaram, nos últimos dias o site Reclame Aqui, o mais popular do Brasil, registrou cerca de 10 mil novas reclamações, dentre os serviços mais reclamados estão telefonias, bancos, entregas.

Conheça algumas ferramentas para lhe ajudar no atendimento de seus clientes.

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Se a sua empresa atua nesses ramos você precisa deixar bem claro para seus clientes sobre os novos prazos e a demora nos atendimentos. As reclamações só acontecem quando o cliente que, estava acostumado a ser atendido rápido, não é orientado sobre a escassez.

O ideal para os e-commerce é informar o cliente sobre os prazos de separação e preparação da mercadoria, e somar junto os prazos da transportadora.

O mesmo vale para os restaurantes e lanchonetes que operam via aplicativos de entrega, se possível aumente o tempo de preparação dos pedidos ou diminua o raio de atendimento.

Para as empresas de call center ou que atendem via telefone, é primordial deixar uma mensagem sobre o tempo de entrega e uma opção de retorno de contato.

Seja sempre verdadeiro com seus clientes, eles vão entender, afinal todos passando pelo mesmo problema. O próprio site Reclame Aqui, deixa uma mensagem alertando sobre a demora nas respostas para as novas reclamações.

A crise do coronavírus pegou a sua empresa? saiba como agir

Bom, não é novidade para ninguém que uma nova pandemia esta tomando conta do mundo, o COVID 19 ou mais popularmente chamado de CORONAVIRUS esta se espalhando para todo o mundo e, algumas medidas destrincas e até mesmo radicais como, a proibição de circulação de pessoas nas ruas, foram tomadas por chefes de estados.

A muitas incertezas sobre o avanço do vírus e, aqui no Brasil não é diferente. O ministério da saúde pediu para aos organizadores de eventos que cancelem ou atrasem os eventos e orientou a população a não se aglomerar e evitar lugares populares como parques, cinemas, eventos e/ou lugares com mais de 100 pessoas. O Ministério da Educação, com intermédio dos governadores também já determinou a suspensão de aulas em escolas e faculdades.

Embora em muitos países o vírus esteja bastante avançado, no Brasil ainda há um numero bem pequeno, calculado com o numero da população. Mas, a pergunta é, como ficarão os mercados internos e externos?

Nesse momento, mas empresas têm uma enorme responsabilidade e podem adotar medidas importantes, ou seja, também, para ajudar a combater o avanço do vírus, seja para reeducar os hábitos de higiene como, ofertar trabalhos remotos.

O maior meio de se deslocar até a empresa é feito via metro ou ônibus e, é onde se encontra o maior risco de contrair o vírus, então, mediadas como lavar bem as mãos e os pulsos, cobrir a boca com lenços descartáveis, ou tossir no cotovelo e o uso do álcool em gel é indispensável.

As empresas, também, podem ser um centro de proliferação do vírus, então o papel das empresas é INDISPENSÁVEL e, a saúde e o bem estar dos funcionais devem ser preservados.

Outra medida bastante importante é a oferta de mão de obra remota em alguns cargos. Sabemos que é muito difícil para uma empresa ofertar esse tipo de trabalho porque, industrias e fabricas necessitam de maquinários, mas há muitos cargos em outros setores que podem ser feitos remotamente e, se sua empresa tem essa facilidade o ideal é seguir essas orientações.

Na China, onde surgiu o vírus, empresas ofertaram a possibilidade de trabalho remoto para que não haja a paralisação total dos trabalhos, sendo que, a população foi proibida de sair as ruas.

 

 

 

Um funcionário foi diagnosticado, como devo prosseguir?

 

Em caso da confirmação de um caso de COVID-19 no ambiente de trabalho, o empregador ou a equipe de rh deve IMEDIATAMENTE procurar as autoridades de saúde e seguir o protocolo exigido para essas circunstâncias.

Todas essas políticas devem ser comunicadas de maneira transparente e clara a todos os colaboradores, sem expor o funcionário doente e preservando sua identidade. Uma alternativa é criar um canal com a área de Recursos Humanos que garanta a privacidade de eventuais pacientes.

Caso haja uma gravidade maior no Brasil o que fazer?

As empresas devem traçar cenários possíveis e delinear atitudes a serem adotadas, sempre pensando nas pessoas e na manutenção da operação da empresa. Devem receber atenção especial setores como financeiros e recursos humos, lembre-se de ser sempre TRANSPARENTE com seus funcionários.

Empresas que atendem consumidores diretos e pessoalmente devem avaliar a segurança de suas instalações que recebem clientes a fim de evitar a propagação do vírus. Recomenda-se avaliar também as políticas para o eventual cancelamento das atividades fornecidas, como atendimento em balcão, eventos e viagens.

É importante enfatizar que qualquer atitude deve ser adotada com base nas recomendações das autoridades de Saúde da sua cidade, Estado ou país e, como já foi explicado anteriormente, o Brasil ainda há um número pequeno de contaminados então, as atitudes tomadas erradas podem influenciar no andamento financeiro de sua empresa.

 

Como está sendo combatido o CORONAVIRUS?

O Combate maior ao vírus e frear a sua proliferação, no momento todos os países com casos confirmados e não confirmados tomaram esta decisão.

Nas unidades de saúde estão sendo usados tratamentos parecidos com a da influenza, que tem os mesmos sintomas do CORONAVIRUS.

Cientistas de alguns países, inclusive do BRASIL estão trabalhando para desenvolver uma vacina para combater o vírus e, falando a nível nacional, os nossos cientistas começarão a fazer testes em animais para depois começarem a testar em seres humanos, mas, tudo para meses seguintes.

Sejam quais forem as conclusões, é válido aproveitar o atual momento para tirar alguns aprendizados e fazer a gestão de crise de sua empresa:

  • Melhorar e avaliar políticas de trabalho de casa (ou remoto);
    Aprimorar a infraestrutura tecnológica para o trabalho remoto (equipamentos e sistemas para reuniões virtuais, ferramentas de colaboração, entre outros);
  • Avaliar de maneira mais criteriosa as necessidades de viagem, aumentando a produtividade e reduzindo custos;
  • Planejar-se com antecedência para cenários de crise que impactam a operação do negócio;
  • Respeitar e seguir informações técnicas oficiais, fazendo consultas aos órgãos responsáveis diante de qualquer situação atípica que requeira orientação de um profissional da área.

 

Saiba os impactos que o Coronavirus pode causar na entrega do Imposto de Renda 2020

Devido as grandes movimentações em torno do CORONAVÍRUS muitas dúvidas estão chegando diante da entrega do IR2020 – Declaração do Imposto de Renda 2020.

A data de vencimento da primeira parcela ou da parcela única continua a mesma, ou seja, 30 de abril, junto com o prazo máximo de entrega da declaração.

A Receita Federal, até o momento, não se manifestou em torno da pandemia do CORONAVÍRUS, então a data limite deve ser cumprida para que não haja acréscimos e preocupações futuras.

No último informativo do órgão, quase 3 milhões de pessoas já entregaram suas declarações, mas o balanço ainda está muito baixo comparado ao número de pessoas que são obrigadas a declarar renda.

Saiba quais são os documentos necessários para fazer a sua declaração: 

Essa preocupação com o prazo aumenta a cada dia, pois muitos declarantes deixam para os últimos dias e, isso é extremamente incorreto devido a uma serie complicações que podem ocorrer nas ultimas horas.

Se você ainda não começou a agilizar as papeladas o ideal é que comece desde já. O ideal é sempre procurar um profissional do ramo para fazer essa declaração. Caso ainda não tenha um profissional utilize os telefones abaixo e solicite este serviço;

 

(11)  2532-6090  ou (11) 98079-1000

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