O que mudou nas Micro e Pequenas Empresas depois da pandemia?

Pela 14ª semana seguida, piorou a expectativa do mercado financeiro para o recuo do PIB, o Produto Interno Bruto, que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, em relação as Micro e Pequenas empresas.

Se o impacto sobre a vida humana é negativo, ainda não é possível afirmar todas as consequências dos impactos econômicos causados pela crise do novo coronavírus no Brasil, mas a falta de acesso a crédito bancário para as micro e pequenas empresas do país obrigam os empreendedores a tomar medidas de contenção de despesas e racionalização de custos.

A estimativa consta do boletim Focus, publicação divulgada semanalmente pelo Banco Central, com a projeção para os principais indicadores econômicos. A previsão para o crescimento do PIB em 2021 segue em 3,20%; e para 2022 e 2023 continua em 2,50%.

O Valor das Micro e Pequenas Empresas 

Representando o grupo empresarial mais frágil diante da crise de Covid-19, de acordo com dados do Sebrae, as Micro e Pequenas Empresas (MPEs) têm 27% de participação na formação do Produto Interno Bruto nacional e respondem por 52% dos empregos com carteira assinada.

Segundo especialistas, algumas podem ser obrigadas a demitir funcionários e fechar as portas, pois com o isolamento social, hábitos e prioridades de consumo foram modificados e, consequentemente, o dinheiro passou a circular com velocidade muito menor na economia.

“O Brasil ainda está vivenciando a entrada na tempestade, enquanto alguns países estão saindo, como China e Coréia do Sul. É evidente que ao sair da tempestade, o efeito da crise causará dor durante algum tempo, em vários sentidos. Para tentar minimizar os impactos, as micro e pequenas empresas podem tomar algumas medidas”, comenta Otaniel.

Transformar-se

Com a pandemia, novos modelos de negócios e canais  de comercialização e “empresários que ainda não possuem ferramentas e canais digitais devem refletir sobre isso, pois esses novos canais tornaram-se importantes fontes para o fortalecimento de receitas”.

Uma empresa que não está apta a compreender essa mudança, conceber uma adaptação de seus produtos, crenças e modo de operar, está fadada ao fracasso. Ao perceber que algo está segurando o crescimento do negócio, um bom empreendedor sabe reagir de forma rápida para mudar o que for preciso.

Apegar-se às próprias ideias de forma obtusa não combina com quem quer empreender nesse cenário.

Visão além da crise

Quem lidera uma micro ou pequena empresa, a prioridade máxima deve ser manter a família e os funcionários em segurança. Nesses períodos de dificuldades, é preciso rever os processos da empresa, conversar com a equipe e ouvir o que eles têm a dizer, além de observar pontos de melhoria, analisar formas de redução de custo com fornecedores, pode ajudar a segurar o negócio durante esse período de dificuldades.

Pela 14ª semana seguida, piorou a expectativa do mercado financeiro para o recuo do PIB, o Produto Interno Bruto, que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, em relação as Micro e Pequenas empresas. (Imagem: Ilustrativa)
Pela 14ª semana seguida, piorou a expectativa do mercado financeiro para o recuo do PIB, o Produto Interno Bruto, que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, em relação as Micro e Pequenas empresas. (Imagem: Ilustrativa)

Atenção redobrada com o fluxo de caixa

A maioria das MPEs não possuem governança elevada e seus fluxos de caixa são apertados, sem reservas financeiras – algumas sobras são imobilizadas sem alinhamento estratégico com a operação, ficando sem liquidez.

Tempo e dinheiro são recursos finitos, por isso, é preciso saber usá-los com sabedoria. Planejar a necessidade de um fundo de emergência, saber onde gastar e ter recursos para manter a empresa funcionando até o ponto de virada é imprescindível.

Reduzir custos desnecessários  

Nesse momento de crise, priorize os principais custos da empresa. “Elimine os gastos extras o mais rápido possível. Essa medida pode não salvar a empresa a curto prazo, mas certamente, trará mais clareza a longo prazo. Após a crise, ela estará mais forte. Enxugando os gastos, podemos reduzir os prejuízos”, frisa Otaniel Martins.

Não ignore as mudanças no mercado

Empresas falham quando não estão resolvendo um problema do mercado. Muitas vezes, o empreendedor tem uma grande ideia e uma ótima estrutura tecnológica por trás, mas essa solução não atende as necessidades atuais do mercado consumidor.

Portanto, apesar de difícil, essa também é uma grande oportunidade para fomentar esse conceito e toda a sua cadeia em nossa sociedade. Afinal, gera mais empregos, fluxo de capital, amadurece a estrutura de investimentos em pequenos negócios, entre outros benefícios.

Pela 14ª semana seguida, piorou a expectativa do mercado financeiro para o recuo do PIB, o Produto Interno Bruto, que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, em relação as Micro e Pequenas empresas. (Imagem: Ilustrativa)
Pela 14ª semana seguida, piorou a expectativa do mercado financeiro para o recuo do PIB, o Produto Interno Bruto, que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, em relação as Micro e Pequenas empresas. (Imagem: Ilustrativa)

A mudança também inclui uma maior aproximação com seus fornecedores, reconstruindo a relação em um formato mais próximo ao da sua empresa. Eles podem se tornar parceiros e fazerem parte do negócio, e isso também deve ser levado em consideração fora dos períodos de crise.

A pandemia provocou mudanças nas maneiras de se fazer negócios. As micro e pequenas e presas terão que pensar rápido e diferente. Esse novo mundo aprendeu que não dá para focar apenas o maior ganho.

É melhor focar os ganhos menores para continuar no azul. É um mundo que vai olhar muito para a transformação digital e encontrar novas alternativas para antigos e novos problemas.

Conheça a Fiscalizo Contabilidade e acompanha a gente nas redes sociais Instagram, Facebook, Linkedin e Youtube.

Veja também

Saiba como funciona o pagamento de férias coletivas

Pesquisa revela relação entre empresário e contador. Veja

Efeitos da Pandemia sobre os cálculos do 13º salário

Saiba as diferenças entre sócio – administrador e sócio – quotista

Boa parte das empresas com personalidades jurídicas possuem dois tipos de participação societária. Logo, é comum que parte desses conceitos não sejam tão claros no dia a dia dos negócios, pois possuem vários aspectos descritos em leis.

Porém, é importante conhecer as diferenças básicas entre esses dois tipos de participação societária assim as pequenas e médias empresas possam tomar decisões mais informadas ao definir como será a participação de cada sócio. O entendimento dessas diferenças ajudará no relacionamento entre eles, já que questões importantes poderão ser resolvidas prevendo os possíveis problemas.

Saiba agora, a diferença entre sócio - administrador e sócio – quotista (Foto: Ilustrativa)
Saiba agora, a diferença entre sócio – administrador e sócio – quotista (Foto: Ilustrativa)

Saiba agora, neste artigo, a diferença entre sócio – administrador e sócio – quotista:

SÓCIO – ADMINISTRADOR

O sócio – administrador, como o próprio nome indica, é o responsável por desempenhar todas as funções administrativas da empresa. É ele quem conduz o dia a dia do negócio, assinando documentos, respondendo legalmente pela sociedade, realizando empréstimos e outras ações gerenciais.

SÓCIO – QUOTISTA

O sócio – quotista não tem qualquer envolvimento nas atividades administrativas da sociedade. Ainda assim, ele tem direito à divisão dos lucros, tendo em vista que também integrou uma parte do Capital Social para montar a empresa.

Vale destacar que quando nenhum dos sócios é administrador, outra pessoa deve ser indicada para essa função. Apesar de ganhar poder para exercer todas as atribuições do sócio-administrador, ela não terá participação nos lucros e prejuízos da empresa como os demais sócios, tendo em vista que não ajudou a compor o Capital Social.

Saiba agora, a diferença entre sócio - administrador e sócio – quotista (Foto: Ilustrativa)
Saiba agora, a diferença entre sócio – administrador e sócio – quotista (Foto: Ilustrativa)

É IMPORTANTE SABER

O sócio – administrador recebe o pró-labore mensalmente, como um pagamento pelo trabalho desenvolvido na empresa. O recebimento implica no pagamento do INSS, que tem como base de cálculo seu salário declarado.

Já o sócio – quotista deve ser remunerado pela distribuição de lucros. Mesmo não trabalhando efetivamente no dia a dia do negócio, ele tem direito a receber esses valores para compensar o tempo em que seu dinheiro ficou investido na empresa e por ter assumido os riscos do empreendimento.

Conheça a Fiscalizo Contabilidade e siga as nossas redes sociais Instagram, Facebook, Linkedin e Youtube.

Leia também:

Saiba como funciona o pagamento de férias coletivas

Entenda como aumentar suas vendas com o Pós-Venda

Saiba como funciona o pagamento de férias coletivas

Redação de Thiagho Silva

Quer resgatar seus clientes inativos? saiba quais são os principais passos.

Durante o inicio da pandemia do Novo Coronavírus, onde a doença estava mais forte em todo o país, muitas empresas foram obrigadas a baixarem as portas por decretos, de certa forma, mal administrados por prefeitos e governadores.Com isso, as empresas que não tiveram giro de capital, mesmo que baixo, tiveram que fechar as portas de vez ou, recorreram aos empréstimos. Para alguns especialistas em economia, esta está sendo o maior desafio de gestão de crise que os empresários brasileiros já tiveram, maior ainda que muitas recessões financeiras, ao qual os brasileiros já estão acostumados.

O desafio maior foi para as empresas prestadoras de serviços B2B (bussines to bussines – de Empresa para empresa) A grande maioria viu a sua carteira de cliente cair drasticamente, muitas por fechamentos, outros por falta de pagamentos.
Por isso, preparamos um artigo para te ajudar a recuperar sua carteira de clientes negativos de forma que eles voltem a ser bons pagadores e não deixe de necessitar de seus serviços;

Antes, isso pode te ajudar na gestão da sua empresa:

O seu cliente está na mesma situação que você, então seja transparente com ele

Minha contabilidade está muito cara, posso trocar de contabilidade?

Dicas Para Empreender Sem Exageros

Tenha um bom relacionamento, mesmo quando o cliente estiver negativado.

Sim, o relacionamento com seus clientes é muito importante, digamos que é fator principal para que eles sempre voltem a necessitar de seus serviços e mão de obras. Sempre ligue para seu cliente negativado propondo novas formas de quitação das dividas e, sempre levando em conta que estamos ainda enfrentando a pandemia e que a economia não tem bons índices.

Lembre-se sempre “a minha necessidade, também é a necessidade de meus clientes”, ou seja, você está precisando receber, o seu cliente também precisa receber para te pagar.

Nunca mude o tom com o cliente negativado.

Mesmo estando negativado, o seu cliente também precisa ser tratado com respeito e educação, claro que somos seres-humanos e tendemos sempre a privilegiar alguns e menosprezar outros, mas no mercado de trabalho onde, todos estão na mesma barca, o momento de mudar essa pratica é agora.
Se possível, tenha um setor responsável apenas para conversar com os negativados, procurando sempre entender a situação do outro lado da linha.

A crise do coronavírus pegou a sua empresa? saiba como agir

Juros e multas não é uma boa forma de segurar seus clientes.

Muitas empresas estão mudando essa visão sobre multas e juros no atraso do pagamento ou, ate mesmo, na negativação. Se você ainda quer manter o seu cliente ativo na sua carteira você precisa fazer de tudo para que ele volte a colocar dinheiro na sua empresa e multando ou aumentando mais um valor que ele já esta com dificuldades de pagar não é a melhor solução, digamos que é a maior das péssimas ideias.

Algumas empresas aderiram ao corte de serviços ou mão de obra, caso o cliente não efetue o pagamento, ou seja, se seu cliente não efetuar o pagamento até a data limite os serviços são interrompidos, sendo liberado apenas quando houver a compensação do pagamento, em ultimo caso, quando seu cliente não demonstra interesse em pagar aí sim deve se pensar em negativa-lo.

Quando negativar meu cliente.

Quando seu cliente tem dificuldades de pagamento a negociação entra em jogo. Um funcionário responsável deve ser o mediador para tentar fazer com que o cliente volte a consumir seus produtos/mão de obra.

Todas as formas de cobranças devem ser usadas, todas as formas de parcelamentos devem ser feitas para evitar de perder o seu cliente. Sim! Quando você negativa um cliente você o perde, é normal isso, pratica de mercado, tanto de B2B quanto B2C (de empresa p/ consumidor) Por isso, reconquistar seu cliente é a cereja do bolo.

Número de empregos informais deve crescer a medida que o desemprego também cresce.

O mundo, em especial o Brasil, está vivendo o medo da incerteza de quando a economia mundial irá retomar o seu grau de normalidade. Como já relatamos neste artigo, países com a confiança econômica irá se recuperar rápido dessa crise, outros, aí incluímos o Brasil, demandará um pouco mais de tempo.

A pandemia da Civid-19, ou mais popularmente conhecida comoCorornavírus”, ainda faz muitos estragos econômicos no mundo todo, e mesmo aqueles países que já estão dizendo adeus ao vírus, as incertezas econômicas ainda é a principal preocupação.

Muitos países ainda temem uma segunda onda do vírus, por isso, uma união dos países para o desenvolvimento de uma imunização contra o vírus foi criada.

Na verdade, existe várias uniões, tem aqueles países que compartilham resultados dos desenvolvimentos das vacinas pela cúpula da OMS (Organização Mundial da Saúde) e outros que fecham parcerias entre sí, que é o caso de Brasil e China, conforme noticiado recentemente, o país latino fabricará as vacinas chinesas.

Mas a pergunta que está sendo feita consequentemente pelos especialistas de economia é, quando as empresas vão voltar a contratar?

O Brasil, já estava vindo uma recessão gigante no mercado de trabalho por conta de um desgoverno de outras gestões. A palavra “DESEMPREGO” sempre assustou os brasileiros, foram mais de 14 milhões de desempregados, e mesmo antes do anuncio da OMS, sobre a chagada do vírus, aqui o desemprego ainda reinava.

A crise do coronavírus pegou a sua empresa? saiba como agir

Flexibilização da Quarentena

O momento iria chegar, por mais que o número de mortos só aumenta no mundo, o momento da decisão em manter a quarentena ou flexibilizar para não quebrar a economia iria chegar.

No Brasil, alguns estados e cidades já estão retomando as atividades econômicas gradativamente, claro com todo o cuidado necessário. Porém, essa retomada é incerta já que os governadores e prefeitos deixam bem claro que a qualquer momento poderão rever as autorizações.

Essa incerteza fez com que muitas empresas não abrissem as portas e continuassem a trabalhar a distância ou até mesmo operando apenas por intermédio de e-commerce. Com isso, muitos funcionários ainda ficarão sem receber os seus salários ou, até mesmo, deixarão de receber.

Ajuda do Governo

O governo federal, anunciou a medida provisória 936 que dá uma série de “benefícios” para tentar manter os empregos e alguns benefícios foram concedidos as empresas como, o não pagamento de impostos obrigatórios, mas, o que mais incentivou a não demissão foi a medida provisória que dá os direitos aos patrões de reduzir o salário de seus funcionários e, para não quebrar os funcionários, que também estão no mesmo barco, o governo arcaria com o outro restante. Porém só podem participar desse programa empresas que não demitirem seus funcionários.

Saiba como solicitar o “Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda”

Desemprego

Mesmo com todas essas medidas, pequenas empresas que tem de 1 a 5 funcionários não conseguiriam manter metade dos salários com as portas fechadas e, mesmo com esforços do governo, o desemprego já assusta o Brasil.

Segundo o último levantamento do site g1, A taxa de desemprego no Brasil ficou em 11,2% no trimestre encerrado em janeiro, atingindo 11,9 milhões de pessoas, segundo a Pesquisa Nacional Por Amostra de Domicílios Contínua Mensal (PNAD Contínua). … agora, o número de desempregados foi estimado em 11,913 milhões.

O seu cliente está na mesma situação que você, então seja transparente com ele.

Informalidade

Com a alta no desemprego e sem esperança de uma recuperação rápida da economia, muitos brasileiros partirão para o “se vira” e saíram as ruas ganhar seu dinheiro de forma informal.

De um cafezinho na porta do metro a reciclagem, os empregos informais já começaram a crescer e a tendência é que até metade do próximo ano essa metade dos brasileiros que perderam seus empregos na pandemia iniciem um trabalho informal.

A informalidade inclui trabalhadores sem carteira assinada e atualmente, segundo a EBC o Brasil soma mais de 11,6 milhões informais, além de trabalhadores domésticos sem carteira, num total de 4,5 milhões, empregadores sem CNPJ (810 mil), por conta própria sem CNPJ (24,5 milhões) e trabalhadores familiares auxiliares (1,97 milhão).

Está querendo abrir uma empresa em 2020? Saiba quais são as 5 atividades em alta.

O seu cliente está na mesma situação que você, então seja transparente com ele

Mais uma vez o mundo está enfrentando uma crise forte, desta vez a crise não é somente financeira, mas também de saúde. Com isso, as empresas tiveram que se adaptar com os trabalhos home office.

Serviços essenciais, por lei não podem interromper suas atividades então, essas empresas estão funcionando em meio ao caos mundial. Outras empresas, que não fazem parte da lista de essenciais, também estão autorizadas, porém com muitas restrições.

Sem poder sair de casa, os números de ligações, entregas de delivery, compra de produtos aumentaram bastante, porém com o quadro de funcionários reduzidos, aumenta também os atrasos nas entregas e a escassez no atendimento.

Com isso, os números de reclamações também aumentaram, nos últimos dias o site Reclame Aqui, o mais popular do Brasil, registrou cerca de 10 mil novas reclamações, dentre os serviços mais reclamados estão telefonias, bancos, entregas.

Conheça algumas ferramentas para lhe ajudar no atendimento de seus clientes.

saiba como aumentar as suas vendas e ter muito sucesso financeiro

Se a sua empresa atua nesses ramos você precisa deixar bem claro para seus clientes sobre os novos prazos e a demora nos atendimentos. As reclamações só acontecem quando o cliente que, estava acostumado a ser atendido rápido, não é orientado sobre a escassez.

O ideal para os e-commerce é informar o cliente sobre os prazos de separação e preparação da mercadoria, e somar junto os prazos da transportadora.

O mesmo vale para os restaurantes e lanchonetes que operam via aplicativos de entrega, se possível aumente o tempo de preparação dos pedidos ou diminua o raio de atendimento.

Para as empresas de call center ou que atendem via telefone, é primordial deixar uma mensagem sobre o tempo de entrega e uma opção de retorno de contato.

Seja sempre verdadeiro com seus clientes, eles vão entender, afinal todos passando pelo mesmo problema. O próprio site Reclame Aqui, deixa uma mensagem alertando sobre a demora nas respostas para as novas reclamações.

Suporte