8 motivos para contratar um contador para sua empresa

A figura do contador por um bom tempo esteve atrelada a de um profissional que calculava e emitia guias de impostos a serem pagos pelas empresas, embora este sempre entregasse mais. Dentro desta visão, os honorários pagos pelos seus serviços sempre eram tidos como um “mal necessário”, algo meramente para cumprir as obrigações do governo.

Mas o mundo mudou, a competição dos mercados se acirraram, a informação tem sido um ativo valioso, e os empresários vem redescobrindo o verdadeiro valor deste profissional dando valor as suas entregas.

Realmente, o Contador é um grande parceiro do empreendedor, e é claro, continua tendo que cumprir as obrigações acessórias do governo, que se multiplicaram após o SPED, mas as informações que são geradas, são essenciais e ajudam na sobrevivência e crescimentos dos negócios.

Saiba o que o seu Contador e a Escrituração Contábil pode fazer para sua empresa e como gerar valor com essas informações no seu negócio.

Realizar a escrituração contábil possibilita distribuir lucros isentos

O lucro distribuído aos sócios desde que apurado pela escrita contábil é isento de impostos sobre a renda do sócio, o IRPF. Sem a escrituração contábil, o valor isento fica limitado pela presunção de lucro conforme o artigo 15, da Lei nº 9.249.

E isso vale para todas as empresas do Lucro Presumido, do Simples Nacional e o MEI, isso mesmo, o MEI caso transfira o lucro para a pessoa física, esse rendimento será isento de IR caso ele tenha a escrituração contábil de suas operações.

Ocorre que nem todos os empresários solicitam a escrituração contábil, e isso afeta muito a forma como se declara o Imposto de Renda na Pessoa Física, fazendo corretamente os valores recebidos a título de lucro irão figurar no informe de rendimentos do sócio.

Chegou a hora de Migrar de MEI para ME. Saiba como

Caixa Tem vai oferecer créditos para usuários

A figura do contador por um bom tempo esteve atrelada a de um profissional que calculava e emitia guias de impostos a serem pagos pelas empresas, embora este sempre entregasse mais. (Imagem: Ilustrativa)
A figura do contador por um bom tempo esteve atrelada a de um profissional que calculava e emitia guias de impostos a serem pagos pelas empresas, embora este sempre entregasse mais. (Imagem: Ilustrativa)

Ter os demonstrativos contábeis facilita a obtenção de crédito

Com o passar do tempo os Bancos se adaptaram à falta de informações contábeis das PME’s, é comum eles solicitarem dos seus correntistas PJ uma declaração de faturamento.

Como essa informação é bastante limitada, a disponibilidade de crédito nem sempre é satisfatória e supre a necessidade das empresas.

Agora, o empresário entregando os demonstrativos contábeis ao Banco, este poderá ter duas visões adicionais sobre o negócio facilitando o crédito, a primeira é a visão de organização do aspecto financeiro, uma vez que, como nem todo mundo entrega a informação a sua empresa entregando se destacará entre as demais, e a outra é a visão sobre o seu negócio, aquelas que estão nos relatórios e que poderão dar visibilidade sobre o seu risco de crédito.

Isso com certeza trará como benefício uma disponibilidade de crédito coerente com as suas necessidades e possivelmente uma taxa de juros menor, já que o banco poderá precificar o risco de emprestar a sua empresa.

Os demonstrativos são essenciais para participar de licitações

A Lei 8.666/93 exige das empresas participantes de licitações públicas uma qualificação econômico financeira comprovada contabilmente.

Para isso, os editais de licitação, solicitam a entrega dos demonstrativos contábeis pela empresa, tais como o Balanço Patrimonial e Demonstrativo de Resultado do Exercício. Com esta informação são calculados índices financeiros comprovando a solvência e capacidade financeira da empresa.

Se você entende que existe uma oportunidade de vender para o Governo, ter um contador é essencial a você.

Ter um contador possibilita melhor controle financeiro e mais foco no negócio

É fato de que a contabilidade não substitui o controle financeiro de fluxo de caixa, pelo contrário os dois são complementares.

Ter a escrituração contábil possibilitará ao empresário analisar as principais informações do seu negócio, como a sua Capacidade de Endividamento, o Capital de Giro, a Participação de Capital de Terceiro e se há Impostos a Recuperar, e isso ajudará a entender as situações vividas no caixa da empresa e no cotidiano.

Além disso é possível controlar se algo passou despercebido pelo controle financeiro, como uma conta que deveria ser paga e não foi.

A contabilidade facilitará o trabalho de projeção financeira, e a realização do orçamento empresarial, já que para olhar o futuro é importante analisar e entender o que já se passou, bem como inferir sobre a capacidade da empresa de gerar lucros.

Quer saber o valor da empresa, o primeiro passo é possuir um balanço patrimonial

Existem três formas difundidas de como analisar o valor de uma empresa, são elas o Fluxo de Caixa Descontado, os Múltiplos de EBTIDA e o valor Patrimonial.

Nas três formas são utilizadas as informações contábeis da empresa, conforme abaixo;

Fluxo de Caixa Descontado: Nele são projetados os valores dos caixas futuros, a projeção para fazer sentido precisa ter respaldo nos dados passados, ou seja, na base contábil da empresa.

Múltiplos de EBTIDA: É importante calcular o EBTIDA através da contabilidade, e necessário verificar a consistência dele ao longo dos últimos anos.

Valor Patrimonial: Aqui a aplicação da contabilidade é bem direta, já que o valor da empresa é aquele reconhecido na contabilidade.

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Saiba o que fazer quando sua empresa está irregular

A figura do contador por um bom tempo esteve atrelada a de um profissional que calculava e emitia guias de impostos a serem pagos pelas empresas, embora este sempre entregasse mais. (Imagem: Ilustrativa)
A figura do contador por um bom tempo esteve atrelada a de um profissional que calculava e emitia guias de impostos a serem pagos pelas empresas, embora este sempre entregasse mais. (Imagem: Ilustrativa)

Economize com impostos, realize seu planejamento tributário

Não tem jeito, a melhor forma de fazer um planejamento tributário é ter como base os dados gerados na contabilidade e tendo o apoio de um contador.

Com o seu conhecimento e experiência, esse profissional poderá ter visibilidade das implicações tributárias na mudança de enquadramento e na forma de apuração dos impostos.

Saiba mais sobre a diferença de enquadramentos no artigo, Qual a diferença entre Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real? e baixe o Ebook: Planejamento Tributário ao Alcance de Todos.

A Contabilidade como prova judicial e proteção aos sócios

Manter os registros contábeis de forma regular pode facilitar e resolver diversas questões judiciais, esses registros são considerados um importante prova judicial e podem evitar muita dor de cabeça dos sócios.

Ele também servirá para processo de litígio entre os sócios, nas dissoluções e na extinção da Pessoa Jurídica.

Contador, o profissional de gestão mais próximo do empreendedor

Por fim, o Contador é um grande parceiro do negócio, tenho certeza que todos os profissionais da área não medirão esforços para contribuir com o crescimento da empresa, uma vez que este em certa medida por ser atrelado as informações estratégicas que são geradas na contabilidade.

A ciência contábil é uma ciência gerencial, nascida da necessidade dos empresários por registros comerciais, atualmente o profissional da área, com a sua experiência e vivência é uma fonte importante de Consultoria Empresarial.

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Saiba como vai funcionar a redução de jornada e salário e a suspensão de contrato de trabalho

O Diário Oficial da União desta quarta-feira (28), trouxe as regras detalhadas sobre a redução de jornada e salário e a suspensão temporária de contratos de trabalho, dentro do Novo Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda.

Ficou esclarecido que o governo federal pagará uma complementação de renda aos trabalhadores, como aconteceu no ano de 2020 por meio da MP 936, que logo se converteu a Lei 14.020. Nela, aproximadamente 9,8 milhões de empregados foram enquadrados na primeira versão do programa, no mesmo ano.

O QUE DIZ A MP 1045

Ela informa que a jornada de trabalho poderá ser reduzida, com corte salarial na mesma proporção. Essa redução poderá ser feita através de acordo individual escrito, acordo coletivo (da empresa com os seus funcionários) ou convenção coletiva (válida para todos os profissionais de determinada categoria).

A empresa poderá reduzir a jornada e o salário nas seguintes formas; setorial, departamental, parcial ou na totalidade dos postos de trabalho”, porém devem seguir as porcentagens estabelecidas na MP que são:

  • 25%
  • 50%
  • 70%
O Diário Oficial da União desta quarta-feira (28), trouxe as regras detalhadas sobre a redução de jornada e salário e a suspensão temporária de contratos de trabalho. (Foto: Ilustração)
O Diário Oficial da União desta quarta-feira (28), trouxe as regras detalhadas sobre a redução de jornada e salário e a suspensão temporária de contratos de trabalho. (Foto: Ilustração)

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O BENEFÍCIO

O funcionário receberá, do governo federal, uma complementação de renda batizada de “BEm” –  Beneficio Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda – que será calculado tendo como base o Seguro-desemprego.

Dessa forma, o pagamento será calculado da seguinte maneira:

  • Redução de 25%: recebe 75% do salário + 25% da parcela do seguro-desemprego
  • Redução de 50%: recebe 50% do salário + 50% da parcela do seguro-desemprego
  • Redução de 70%: recebe 30% do salário + 70% da parcela do seguro-desemprego

Já no caso da suspensão do contrato de trabalho, o trabalhador recebe 100% da parcela do seguro-desemprego, que pode variar de R$ 1.100 a R$ 1.911,84.

SUSPENSÃO TEMPORÁRIA DE CONTRATO DE TRABALHO

A suspensão temporária de contrato de trabalho também pode ser feita “de forma setorial, departamental, parcial ou na totalidade dos postos de trabalho”. De acordo a MP 1045 e podendo ser pactuada por um acordo escrito, coletivo ou numa convenção coletiva. Caso o trabalhador tenha o contrato suspenso também terá direito ao BEm.

O Diário Oficial da União desta quarta-feira (28), trouxe as regras detalhadas sobre a redução de jornada e salário e a suspensão temporária de contratos de trabalho. (Foto: Ilustração)
O Diário Oficial da União desta quarta-feira (28), trouxe as regras detalhadas sobre a redução de jornada e salário e a suspensão temporária de contratos de trabalho. (Foto: Ilustração)

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ACORDOS: INDIVIDUAIS, COLETIVOS E CONVENÇÃO COLETIVA

A MP 1.045 também define os tipos de acordo que podem estabelecer a redução de jornada e salário ou a suspensão do contrato de trabalho:

Empregados com salário de até R$ 3,3 mil podem ser incluídos no programa por meio de acordo individual escrito, acordo coletivo ou negociação coletiva. O mesmo vale para empregados com diploma de nível superior e salário a partir de R$ 12.867,14 (duas vezes o teto do INSS). Para os demais empregados, a inclusão no programa depende exclusivamente de acordo coletivo ou convenção coletiva – exceto no caso de redução de jornada e salário de 25%, que também poderá ser feita por acordo individual escrito.

Outra exceção: se o trabalhador com redução de jornada e salário não sofrer redução na remuneração total que recebe por mês (considerando a soma do salário pago pela empresa e com o benefício pago pelo governo), também poderá ser incluído no programa por meio de acordo individual escrito.

Fonte: Diário Oficial da União.

Caso haja interesse em fazer alguma alteração na FOPAG, entre em contato com a Fiscalizo Contabilidade.

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Saiba as diferenças entre sócio – administrador e sócio – quotista

Boa parte das empresas com personalidades jurídicas possuem dois tipos de participação societária. Logo, é comum que parte desses conceitos não sejam tão claros no dia a dia dos negócios, pois possuem vários aspectos descritos em leis.

Porém, é importante conhecer as diferenças básicas entre esses dois tipos de participação societária assim as pequenas e médias empresas possam tomar decisões mais informadas ao definir como será a participação de cada sócio. O entendimento dessas diferenças ajudará no relacionamento entre eles, já que questões importantes poderão ser resolvidas prevendo os possíveis problemas.

Saiba agora, a diferença entre sócio - administrador e sócio – quotista (Foto: Ilustrativa)
Saiba agora, a diferença entre sócio – administrador e sócio – quotista (Foto: Ilustrativa)

Saiba agora, neste artigo, a diferença entre sócio – administrador e sócio – quotista:

SÓCIO – ADMINISTRADOR

O sócio – administrador, como o próprio nome indica, é o responsável por desempenhar todas as funções administrativas da empresa. É ele quem conduz o dia a dia do negócio, assinando documentos, respondendo legalmente pela sociedade, realizando empréstimos e outras ações gerenciais.

SÓCIO – QUOTISTA

O sócio – quotista não tem qualquer envolvimento nas atividades administrativas da sociedade. Ainda assim, ele tem direito à divisão dos lucros, tendo em vista que também integrou uma parte do Capital Social para montar a empresa.

Vale destacar que quando nenhum dos sócios é administrador, outra pessoa deve ser indicada para essa função. Apesar de ganhar poder para exercer todas as atribuições do sócio-administrador, ela não terá participação nos lucros e prejuízos da empresa como os demais sócios, tendo em vista que não ajudou a compor o Capital Social.

Saiba agora, a diferença entre sócio - administrador e sócio – quotista (Foto: Ilustrativa)
Saiba agora, a diferença entre sócio – administrador e sócio – quotista (Foto: Ilustrativa)

É IMPORTANTE SABER

O sócio – administrador recebe o pró-labore mensalmente, como um pagamento pelo trabalho desenvolvido na empresa. O recebimento implica no pagamento do INSS, que tem como base de cálculo seu salário declarado.

Já o sócio – quotista deve ser remunerado pela distribuição de lucros. Mesmo não trabalhando efetivamente no dia a dia do negócio, ele tem direito a receber esses valores para compensar o tempo em que seu dinheiro ficou investido na empresa e por ter assumido os riscos do empreendimento.

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Entenda como aumentar suas vendas com o Pós-Venda

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Redação de Thiagho Silva

Entenda como aumentar suas vendas com o Pós-Venda

Muitos empreendedores trabalham exaustivamente no processo de prospecção de clientes e conclusão de vendas de seus produtos. Sabemos o quanto esse processo é extremamente complicado, e concluir uma venda é praticamente mais uma missão cumprida. Entretanto, um dos passos mais importantes das vendas é simplesmente deixado de lado, o Pós-Venda.

O QUE É?

O Pós-Venda é um importante processo que pode fazer empresas se tornarem referência em seus mercados de atuação. Através dele, é possível fazer os clientes se tornarem praticamente promotores de sua marca.

Esse procedimento, em sua maioria, consiste em verificar a satisfação do cliente depois que ele já fechou uma transição com sua empresa. Das empresas que fazem esses serviços – por entender a importância dele -, as empresas de instalação de TV a Cabo são referência no mercado na utilização do Pós-Venda.

Após vender os seus serviços, essas empresas têm como política, entrar em contato com o consumidor para verificar se a instalação foi feita na data correta, e principalmente se o técnico responsável pela instalação realizou o procedimento de forma correta.

O Pós-Venda é um importante processo que pode fazer empresas se tornarem referência em seus mercados de atuação. (Imagem: Ilustração)
O Pós-Venda é um importante processo que pode fazer empresas se tornarem referência em seus mercados de atuação. (Imagem: Ilustração)

COMO FAZER?

O primeiro passo para fazer isso, é necessário decidir quem ficará responsável por executar essa função. Em pequenas empresas, em sua maioria são as próprias equipes de vendas que realizam essa tarefa. Já em grandes empresas, onde há grandes investimentos, o ideal é criar uma área voltada somente para isso.

É importante também criar um fluxo para definir as formas de entrar em contato com os clientes e em que momentos isso será realizado. Algumas empresas, por exemplo, estipulam que o contato deve ser feito um dia após a compra, onde o consumidor recebe um e-mail perguntando se ele está satisfeito com a sua mercadoria ou serviço.

De acordo ao Lee Resources, com o pós-venda o consumidor tem 70% de chance de retornar ao seu negócio, além disso, ele ainda poderá indicar sua empresa para amigos e parceiros, ou seja, resulta em fortalecer cada vez mais a marca no mercado.

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Redação de Thiagho Silva

Saiba como funciona o pagamento de férias coletivas

É muito comum em diversos lugares do mundo as interrupções das atividades das empresas. Esse tipo de situação recebe o nome de “Férias Coletivas”. Entretanto, mesmo sendo algo muito comum, algumas empresas têm dificuldade de entender como ela funciona. Neste post vamos explicar tudo.

COMO FUNCIONA?

O repouso remunerado nem sempre abrangem toda a empresa e, dependendo da forma de funcionamento da companhia e de sua organização, pode haver interrupção de apenas alguns setores ou departamentos. No entanto, todos os colaboradores do setor escolhido precisam receber a concessão do descanso.

QUEM TEM DIREITO?

Todos os funcionários da empresa poderão ser contemplados com as férias coletivas. Mas vale destacar quer isso não significa que a empresa tem a obrigação beneficiar todos os seus colaboradores. A mesmo é de a empresa oferecer o gozo de 30 dias de descanso por ao funcionário, seja coletivo ou não.

Férias coletivas é um período de repouso remunerado, concedido aos trabalhadores de uma empresa de forma conjunta. (Imagem: Ilustrativa)
Férias coletivas é um período de repouso remunerado, concedido aos trabalhadores de uma empresa de forma conjunta. (Imagem: Ilustrativa)

E O AVISO DE FÉRIAS?

Ao contrário do período de descanso individua, onde a empresa deve comunicar ao funcionário com pelo menos 30 dias de antecedência do início. A férias coletiva deve ser informada com pelo menos 15 dias de antecedência.

E O FUNCIONÁRIO COM MENOS DE 12 MESES?

No caso do trabalhador com menos de 12 meses completados na empresa, ele também poderá ser completado. Porém, o seu pagamento será proporcional ao período de descanso que ele tem por direito. Assim, o que passar disso, será considerado licença remunerada.

Férias coletivas é um período de repouso remunerado, concedido aos trabalhadores de uma empresa de forma conjunta. (Imagem: Ilustrativa)
Férias coletivas é um período de repouso remunerado, concedido aos trabalhadores de uma empresa de forma conjunta. (Imagem: Ilustrativa)

COMO DEVERÁ SER FEITO O PAGAMENTO?

Da mesma forma que as férias individuais, elas são pagas com um adicional de 1/3 do salário do trabalhador. Essa remuneração é feita com dois dias antes do início do período de repouso.

Procure uma contabilidade profissional e qualificada para fazer todos esses trâmites para a sua empresa.

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Conheça a LGPD [Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais]

A LGPD (ou Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais) entrou em vigor em agosto de 2020 e é uma ferramenta do governo para regulamentar como os dados dos brasileiros são tratados, armazenados e protegidos, prevendo multas pesadas a empresas que deixarem informações as vazarem.

O que é LGPD?

A LGPD, definida na Lei Nº 13.709 de agosto de 2018, discorre sobre como os dados dos brasileiros devem ser coletados, tratados, armazenados e protegidos, prevendo punições para descumprimento em casos de vazamentos, ou outras irregularidades. As normas são baseadas na GDPR, um conjunto de regras específico da União Europeia.

O que diz a lei?

Estabelece regras sobre coleta e manutenção das informações tanto de cidadãos brasileiros quanto de pessoas que estejam no território nacional, que deve ser feita sempre com o consentimento dos usuários salvo em casos de mandados judiciais ou para garantir a segurança pública e/ou do Estado, no caso de investigações criminais.

Dados sensíveis tais como referentes à religião, alinhamento político, estado de saúde, preferências sexuais ou características físicas, entre outros, foram classificados como restritos: eles não podem ser utilizados para fins que possam levar a situações discriminatórias e deverão ser protegidos.

A LGPD (ou Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais) entrou em vigor em agosto de 2020 e é uma ferramenta do governo para regulamentar os dados dos brasileiros (Imagem: Ilustrativa)
A LGPD (ou Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais) entrou em vigor em agosto de 2020 e é uma ferramenta do governo para regulamentar os dados dos brasileiros (Imagem: Ilustrativa)

Da parte das empresas e órgãos públicos, os mesmos terão que informar os direitos do usuário sobre recusar o tratamento de seus dados, bem como as consequências dessa decisão, onde ele deve autorizar o uso dos mesmos em caso de compartilhamento com terceiros. Igualmente, as empresas e órgãos deverão oferecer ferramentas que permitam ao usuário acessar seus dados, fazer correções, salvar, deletar ou transferi-los para outros serviços, seguindo o princípio de portabilidade.

Pessoas físicas que tratam dados com objetivos pessoais, acadêmicos, artísticos ou jornalísticos não serão afetados (os dados precisam ser tratados de forma anônima, entretanto).

Quando a lei entra em vigor?

A LGPD foi sancionada em agosto de 2018 pelo então presidente Michel Temer. Em julho de 2019, o presidente Jair Bolsonaro aprovou a criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), órgão responsável por garantir o cumprimento da lei. Logo entrou em vigor dois anos após a sanção presidencial, em agosto de 2020.

A Lei que estabeleceu a ANPD fez alterações na LGPD, que originalmente vetava sua criação e removeu algumas punições e restrições. Os trechos vetados são os seguintes:

  • Exigência de que as revisões de decisões tomadas por algoritmos devessem ser realizadas por seres humanos;
  • Proibição de compartilhamento, com outros órgãos ou empresas, dos dados pessoais de quem fizer requerimento dos mesmos pela Lei de Acesso à Informação;
  • Exigência de que o controlador dos dados devesse indicar um encarregado “detentor de conhecimento jurídico regulatório”;
  • Punições previstas para violações à LGPD por um ente responsável de uma empresa ou prestadora, como suspensão do funcionamento do banco de dados.
A LGPD (ou Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais) entrou em vigor em agosto de 2020 e é uma ferramenta do governo para regulamentar os dados dos brasileiros (Imagem: Ilustrativa)
A LGPD (ou Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais) entrou em vigor em agosto de 2020 e é uma ferramenta do governo para regulamentar os dados dos brasileiros (Imagem: Ilustrativa)

Quais são as punições previstas?

Vazamentos de dados serão analisados pela ANPD e julgados conforme a gravidade de cada caso. As empresas e prestadoras serão obrigadas a informar as falhas às autoridades tão logo tomem conhecimento delas, e não mais poderão esperar por consertar os vazamentos antes de virem a público.

Dependendo de cada situação, as empresas serão orientadas a divulgar ou não o vazamento publicamente, enquanto as multas e sanções serão aplicadas proporcionalmente. As consequências variam de uma advertência a uma multa simples de 2% sobre o faturamento anual, limitada a até R$ 50 milhões, ou uma multa diária, cuja soma dos valores não pode ultrapassar o valor acima mencionado.

A LGPD (ou Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais) entrou em vigor em agosto de 2020 e é uma ferramenta do governo para regulamentar os dados dos brasileiros (Imagem: Ilustrativa)
A LGPD (ou Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais) entrou em vigor em agosto de 2020 e é uma ferramenta do governo para regulamentar os dados dos brasileiros (Imagem: Ilustrativa)

Quem precisa se adequar à LGPD?

Todas as empresas e prestadoras que trabalham com tratamento de dados dos cidadãos brasileiros feita em território nacional, sediadas no Brasil ou no exterior, com operações no país ou não. Por exemplo, Google, Apple e Amazon respondem à LGPD mesmo se coletarem dados de brasileiros aqui para processa-los nos Estados Unidos.

A empresa com sede fora do Brasil ou que trabalhe com parceiras internacionais poderá transferir esses dados para fora, desde que o país em que ela está sediada também possua leis abrangentes sobre tratamento de informações pessoais, ou garanta mecanismos de proteção similares aos previstos na legislação brasileira.

Por fim, uma empresa deverá apagar dados que julgue não mais necessários (como o encerramento de uma conta no Google, por exemplo), exceto se ela for obrigada por lei, ou outro motivo justificável, a mantê-los. Veja o texto da Lei Nº 13.709 na íntegra.

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Fonte: Tecnoblog.

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